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Clássicos

Algumas novelas que a Globo já lançou em DVD ou no Globoplay, mas que o Viva ainda não exibiu

O Bem-amado, Pecado Capital e Vereda Tropical são exemplos

Publicado em 08/07/2022
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Desde maio de 2020, o Globoplay tem lançado a cada duas semanas uma novela do rico acervo da TV Globo, num projeto de resgate de clássicos da teledramaturgia. Intercaladas com essas, também têm sido incorporadas à plataforma as versões integrais e originais de produções que já podiam ser acompanhadas pelo Globoplay, mas em reedições feitas para o Vale a Pena Ver de Novo.

Intitulada Projeto Originalidade, a iniciativa já substituiu versões de reprises pelas integrais, como nos casos de O Rei do Gado (1996/97), de Benedito Ruy Barbosa, Anjo Mau (1997/98), de Maria Adelaide Amaral, baseada na obra de Cassiano Gabus Mendes, entre outras. Caminho das Índias (2009), de Glória Perez, que neste mês entra em reapresentação no Canal Viva, é outro exemplo.

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No Globoplay, o projeto de clássicos até aqui teve poucas “novidades”, no sentido de que a maioria de seus lançamentos foram reapresentados no Viva e/ou lançados em DVD na década passada. No entanto, algumas das histórias vêm tendo o streaming como “primeira janela” no resgate, por assim.

Novela mais antiga exibida pelo Viva em seus primeiros 12 anos de atividade, Dancin’ Days (1978/79), de Gilberto Braga, curiosamente ainda não chegou ao Globoplay. Já sua sucessora, Pai Herói (1979), de Janete Clair, é uma das novelas mais antigas já disponibilizadas na plataforma.

O Bem-amado (1973), de Dias Gomes, e Pecado Capital (1975/76), outra de Janete, entre as novelas dos anos 1970, são outros exemplos de novelas que o Globoplay incorporou a seu catálogo sem que tenham passado pela tela do Viva antes – em DVD, ambas foram lançadas.

Da década de 1980, por ora a primeira versão de Guerra dos Sexos (1983), de Silvio de Abreu; Vereda Tropical (1984/85), de Carlos Lombardi e Silvio; e Roda de Fogo (1986/87), de Lauro César Muniz com Marcílio Moraes, chegaram ao Globoplay sem ir ao ar no Viva.

Também podemos considerar que esse é o caso de Bebê a Bordo (1988/89), de Lombardi, que antes do Globoplay foi disponibilizada na íntegra apenas para os assinantes dos Canais Globo, condicionados na ocasião à instalação de um pacote de TV paga, ao passo que no Viva a novela começou a ser compactada pouco antes do capítulo 100 do total de 209.

Da década de 1990, Lua Cheia de Amor (1990/91), de Ana Maria Moretzsohn, Ricardo Linhares e Maria Carmem Barbosa, baseada na obra de Pedro Bloch, foi direto para o Globoplay, embora até de enquete para definir atração do Viva já tenha participado. Até aqui, todas as outras novelas dos anos 1990 que já estão no Globoplay foram exibidas primeiro pelo Viva.

Quando falamos dos anos 2000, Kubanacan (2003), de Lombardi; América (2005), de Glória; Duas Caras (2007/08), de Aguinaldo Silva; e a novela que inaugurou o resgate dos clássicos, A Favorita (2008/09), de João Emanuel Carneiro, entraram no streaming antes de serem aproveitadas pelo canal pago.

Isso sem falar em títulos como Celebridade (2003/04), de Gilberto, recém-integrada ao catálogo como parte do Projeto Originalidade, mas que só teve até agora reprise na TV Globo, no Vale a Pena Ver de Novo, em 2017/18.

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