Sinônimo de talento e beleza na TV, Betty Faria completa 80 anos

Atriz marcou com personagens progressistas e que desafiaram convenções sociais na teledramaturgia brasileira

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Celebrando oito décadas de vida neste sábado (8), a atriz Betty Faria é a homenageada do Vale a Pena desta semana, aqui no Observatório da TV. Dona de diversas personagens marcantes da nossa teledramaturgia, sinônimo de talento e beleza desde o começo dos anos 1960, a atriz tem um currículo invejável.

Quando menos, bastaria dizer que Betty Faria viveu as antológicas Lazinha de O Espigão (1974), Lucinha de Pecado Capital (1975) e Lígia de Água Viva (1980), além do papel-título de Tieta (1989), claro. E da Viúva Porcina na versão censurada de Roque Santeiro, em 1975.

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A atriz está atualmente no ar no Canal Viva, com a reprise de O Salvador da Pátria (1989). Na novela de Lauro César Muniz, Betty vive a fazendeira Marina Sintra, líder dos políticos de esquerda na região de Tangará, interior paulista. Ela leva adiante o legado do falecido marido, o deputado Raul Sintra, ícone da luta contra a repressão do regime militar.

Bailarina em espetáculos de teatro rebolado produzidos por Carlos Machado, Betty aprimorou-se tanto em dança quanto em interpretação e decidiu deixar de ser apenas “aquela que dança” para tornar-se atriz reconhecida. Sem dúvida alguma, ela conseguiu, e não deixou que a beleza de sempre ofuscasse suas capacidades artísticas.

Na televisão, a atriz teve grandes momentos com vários autores, mas especialmente Aguinaldo Silva, Gilberto Braga e Janete Clair deram a Betty parcerias bastante felizes. Sem falar em seus trabalhos no cinema, entre os quais Bye Bye Brasil, O Cortiço, Romance da Empregada e Anjos do Arrabalde. Confira o vídeo do Vale a Pena do Observatório da TV em homenagem a Betty Faria!

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