Colecionador de personagens marcantes, Luís Gustavo está na memória de gerações de espectadores

De Beto Rockfeller a Juca Pirama, de Mário Fofoca a Victor Valentim, ator é um dos ídolos da teledramaturgia

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Luís Gustavo Sanchez Blanco não nasceu no Brasil, onde fez sua vida e sua carreira de mais de seis décadas, tampouco na Espanha, terra de seus pais. Aos 2 de janeiro de 1934, ele veio ao mundo em terras suecas, na cidade de Gotemburgo. Seu pai, Luis Amador, era diplomata.

Inicialmente trabalhando por trás das câmeras da pioneira TV Tupi, dirigida por seu cunhado Cassiano Gabus Mendes, Luís Gustavo passou para a frente das lentes ainda na década de 1950, ao substituir Walter Avancini num teleteatro do TV de Vanguarda, baseado no romance Mas Não se Matam Cavalos?, de Horace McCoy.

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Até 1975, o ator esteve presente em diversos momentos da história da Tupi, entre os quais Se o Mar Contasse (1964), O Direito de Nascer (1964/65), Os Inocentes (1974) e, claro, a consagrada Beto Rockfeller (1968/69), divisor de águas da telenovela brasileira.

Em 1976, Luís Gustavo estreou na TV Globo, com Anjo Mau. Duas Vidas (1976/77), Te Contei? (1978), Elas por Elas (1982), Ti-ti-ti (1985/86 e 2010/11), O Salvador da Pátria (1989), Mico Preto (1990), O Beijo do Vampiro (2002/03), Alma Gêmea (2005/06) e o Sai de Baixo (1996/2002), entre muitos outros trabalhos, foram feitos na emissora.

As TVs Bandeirantes – com a novela Cara a Cara (1979) – e Cultura – através da série Confissões de Adolescente (1994) – também contaram com o talento de Luís Gustavo, homenageado desta semana aqui no Vale a Pena do Observatório da TV. Confira o vídeo!

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