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Preço x conteúdo

Empresas abrem novas frentes na guerra do streaming

Dinâmica das gigantes em atuação no Brasil reflete uma movimentação que é mundial

Publicado em 26/07/2021
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Segue a pleno vapor a competitividade entre as principais empresas que oferecem serviços de streaming e aplicativos de vídeo sob demanda no Brasil e no mundo. Cada uma delas vem com conteúdos exclusivos de seus estúdios ou produções encomendadas ou adquiridas, disputando de forma ostensiva não apenas o gosto do cliente, mas aquela parte bem sensível dos assinantes nestes tempos difíceis da economia e pandemia: o bolso.

A Netflix, líder no mundo todo com seus mais de 209 milhões de assinantes, acaba de anunciar aumento nas suas mensalidades no Brasil, que passam a custar a partir de R$ 25,90, indo até R$ 55,90.

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O último balanço da empresa mostrou uma queda no número de clientes nos Estados Unidos e Canadá, que são a maior e mais rentável fatia de seu mercado. Já localidades como Índia e Brasil, com menos rentabilidade por cliente, apresentaram aumento de clientes.  

O serviço Globoplay está com uma intensa campanha publicitária com o tema Olimpíada de Tóquio para venda de seu pacote que inclui, além de atrações sob demanda, também canais lineares – aqueles de transmissão do tipo convencional, tal como na TV por assinatura (como o SporTV), porém que chegam via internet.

O pacote Globoplay + 19 canais, sai por R$ 42,90/mês (contrato de um ano); já o plano somente com o conteúdo sob demanda, sem canais ao vivo, está em R$ 14,90/mês (mínimo de um ano).

A Globo não divulga o número de clientes pagantes da sua plataforma, mas a empresa demonstrava em maio uma preocupação com a queda de assinantes que haviam ingressado no sistema somente para acompanhar o BBB21, prevendo uma saída em massa. Desde então, o serviço vem incrementando suas ofertas com novelas antigas da TV Globo, novelas mexicanas e turcas, além de novos documentários nacionais, como O Caso Evandro e o documentário sobre Juliette Freire, a ganhadora do reality show.

Onda global

Esse movimento todo das empresas de streaming não é um fenômeno local, mas sim vem acontecendo em todo o mundo. Ou pelo menos na parte do globo que abriga os quase 900 milhões de domicílios com conexão de banda larga  — exceto os domicílios da China, país a que as empresas não têm acesso para atuar comercialmente.

A Disney+ cresceu rapidamente e já tem 104 milhões de assinantes no mundo; no Brasil, o a programação pode ser adquirida sozinha, ou em combo com o Globoplay. Em breve, será vendida também junto ao serviço Star+, que reunirá os conteúdos dos extintos canais e estúdios da Fox.

No meio de tudo isso, Warner e Discovery se juntaram numa única empresa, a Warner Bros. Discovery. Ela surgiu a partir da venda que a AT&T (dona da Vrio, detentora da operadora Sky no Brasil, que foi vendida para o grupo Werthein, da Argentina) fez da Warner para a Discovery, o que gerou um novo conglomerado no valor de US$ 150 bilhões. Trata-se do segundo maior grupo de mídia do mundo, só perdendo para a DisneyABC.

Enquanto a Warner (por meio da sua marca HBO Max) e Discovery atuam de forma separada no streaming, o serviço HBO Max está agora se expandindo para fora dos EUA, onde já tem quase dez milhões de assinantes. O serviço HBO Max acaba de chegar ao Brasil, está com 63 milhões de assinantes globalmente  espera atingir entre 70 e 73 milhões até o final do ano. No Brasil, o HBO Max tem uma promoção agressiva, com mensalidades a partir de R$ 9,95, dando 50% de desconto para quem assinar o novo serviço até o dia 31 de julho.

O streaming Discovery + está prometido para setembro no Brasil. Nos Estados Unidos, o serviço já soma 15 milhões de clientes, com uma modalidade de assinatura que custa um terço (US$ 5) do que o HBOMax (US$ 15).

Onda local

A Amazon Prime Video segue investindo no seu catálogo – a empresa comprou os estúdios e acervo da MGM, numa aquisição de US$ 8,5 bilhões. Por aqui, o serviço tem, além dos lançamentos de produções nacionais, uma promoção em massa, que vincula a mensalidade da assinatura à gratuidade de frete para quem faz compras de produtos físicos pelo site da Amazon. A assinatura para um ano começa em R$ 9,90/mês.

Além de todos estes, há outros serviços com programações exclusivas que se atrelam a algum player maior, ampliando a oferta de atrações, como por exemplo Starzplay, Paramount  (ambos no Amazon Prime Video).

Ainda, o brasileiro UOL está em fase de lançamento de seu UOL Play, com canais lineares em streaming, conteúdo avulso de filmes, séries e shows e reality shows, com opções de pacotes com mensalidade a partir de R$ 15,90/mês até R$ 69,90.

Por fora, corre ainda a Pluto TV (pertencente à ViacomCBS), plataforma gratuita presente no Brasil com dezenas de canais lineares e títulos sob demanda, tudo sustentado por anúncios publicitários.  Como se vê, a briga é boa e está apenas começando.

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