Mais do que você gosta.
Assine o Star+
Publicidade
Não foi possível carregar anúncio
Publicidade
Não foi possível carregar anúncio
"Universo paralelo"

Sem moleza!! Com Pantanal, Globo dá choque de realidade no elenco

Elenco foi colocado à prova com perrengues e outras experiências

Publicado em 25/03/2022
Publicidade
Não foi possível carregar anúncio

O Pantanal mexe com as pessoas. É como se ele tivesse o poder de acolher quem ele quer e afastar quem não quer”, comenta Rogério Gomes, diretor artístico da novela, celebrando que a equipe e o elenco foram bem recebidos pelo bioma desde que chegaram, em meados de 2021.

A riqueza da fauna e flora da região são realmente um espetáculo à parte e poderá ser visto pelo público logo na estreia da novela.

Continua depois da publicidade
Não foi possível carregar anúncio

Bruna Linzmeyer interpreta a carioca Madeleine, que chega ao Pantanal contrariada após se casar com José Leôncio (Renato Góes). A atriz se sente um pouco como a personagem.

Renato Góes e Bruna Linzmeyer em Pantanal (Reprodução: Instagram)

Olhei tudo com uma certa lente para Madeleine, não estive no Pantanal como Bruna, turista, passeando. Lembro que o primeiro dia que acordei, vi que onde estávamos, de manhã, tinha uma quantidade gigantesca de pássaros, de barulhos que eu nunca tinha ouvido.

É uma mistura de ser encantador e desesperador. Todos os dias eu pensava que o lugar não tem esquina. Você não caminha e vira. É uma continuidade de verde, de amarelo queimado, e tantas outras cores…”, comenta a atriz sobre as primeiras impressões que teve.

“Muito diferente do que estou acostumada”

Ainda sobre a rotina de gravações no local, Bruna ressalta: “O dia a dia é muito diferente do que estou acostumada, mas tudo isso é muito legal para a personagem e para o trabalho. Poder ‘usar’ esses bichos, ter uma mão afastando uma mutuca, matando o mosquito… Isso eu vou poder levar para o estúdio.

A Mirica, produtora de arte, arrumou um leque de palha lindo para a Madeleine. Existirão cenas dela se molhando com mangueira, gelo, água.

As pessoas no Pantanal não se mexem muito, talvez seja uma maneira de conter energia. Eles estão mais acostumados, a Madeleine, não. Então, podemos colocar isso em cena, trazer essa vivência para o trabalho”.

O José Leôncio de Renato Góes

José Leôncio (Renato Góes) na novela Pantanal (Reprodução: Globo)

Renato Góes, que faz par romântico com Bruna, ao interpretar na primeira fase o fazendeiro José Leôncio, também tirou proveito da vivência local para a construção de seu personagem.

Um mês antes da gravação, passei 15 dias no Pantanal. Liguei para uns amigos e expliquei que eu gostaria de conhecer o local. Fui com eles, passamos duas semanas.

Nesses dias, fui para a casa do Almir Sater passar três dias e depois estive nas redondezas de Aquidauana, no Bosque Belo, a meia hora da cidade. Foi um impacto muito grande. É uma quantidade imensa de animais. Eu queria perder esse encantamento”, queria que meu personagem não tivesse um deslumbramento.

José Leôncio está acostumado com biomas diferentes. E eu precisava quebrar isso. Portanto, esses 15 dias foram fundamentais”, revela o ator.

As experiências de Fábio Neppo e Chico Teixeira

Fábio Neppo é Tião, que trabalha com Joventino (Irandhir Santos) e José Leôncio (Renato Góes); e é grande amigo de Quim (Chico Teixeira). O ator, que mora em São Paulo, passou mais de um mês na primeira vez em que esteve no Pantanal.

Foi difícil acostumar com o calor, sou de São Paulo, onde morei a vida inteira. E um desafio representar bem o peão, ainda mais se tratando dessa novela, desse tema, lembrando das pessoas que fizeram a primeira versão, é uma grande responsabilidade.

Mas eu procuro sempre me divertir. Nas horas vagas, aproveitei para conhecer os pratos locais, como a sopa paraguaia, que descobri que não é uma sopa, mas sim um bolinho salgado, bem gostoso e bem tradicional”, comenta.

Já Chico Teixeira, que mora também em São Paulo, mas na área rural, se adaptou melhor ao calor, pois frequenta o Pantanal desde menino.

O Pantanal mudou minha vida. Fui para passar 15 dias, passei dois meses. O Almir (Sater) me pegou numa tarde, pediu para eu fazer uma base para ele estudar um solo de viola, e eu voltei tocando para São Paulo, destravei na música.

E eu só sabia tocar um ou outro acorde antes. Eu e Gabriel (Sater) fomos criados como irmãos. São lindas as histórias que tenho de lá, é um encontro comigo mesmo, me energiza. Olhar o céu estrelado no meio do Pantanal, o banho de rio, tudo me marcou”, diz Chico, que é filho do músico Renato Teixeira.

SIGA ESTE COLUNISTA NAS REDES SOCIAIS: INSTAGRAM E TWITTER

Publicidade
Não foi possível carregar anúncio

Deixe o seu comentário

Em Alta

Carregando...

Erro ao carregar conteúdo.

Publicidade
Não foi possível carregar anúncio
Publicidade
Posting....