No ar em duas reprises do Viva, Maitê Proença marcou a TV com papéis de mulheres complexas

Atriz estreou na televisão em 1979, na novela Dinheiro Vivo, da TV Tupi

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A atriz Maitê Proença atualmente pode ser vista pelo público em duas novelas que o Canal Viva estreou nesse mês de abril: O Salvador da Pátria, de Lauro César Muniz, e Da Cor do Pecado, de João Emanuel Carneiro.

Na primeira, gravada em 1989, Maitê deu vida a Clotilde, uma professora que vai para uma cidade do interior de São Paulo dar aulas a analfabetos adultos e desperta uma grande paixão, quase devoção, em um deles: Sassá Mutema (Lima Duarte). A segunda é de 2004 e trouxe a atriz como Verinha, dondoca falida que aplica golpes em parceria com o marido Eduardo (Ney Latorraca).

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Nascida em 1958 na capital paulista, Maitê Proença Gallo viveu boa parte da infância e da adolescência no interior, e depois passou um tempo na Europa, antes de voltar ao Brasil e começar a fazer teatro e televisão, no fim dos anos 1970. Sua primeira novela foi Dinheiro Vivo, de Mário Prata, produzida pela TV Tupi em seus estertores (1979). Até mesmo por isso, esse foi o único trabalho de Maitê na emissora pioneira.

Já em 1980 ela ingressou na TV Globo, da qual não é mais contratada fixa desde o final de 2016. Foram 36 anos de ligação, com breves passagens da estrela pela TV Manchete em 1984 – para viver o papel-título da minissérie Marquesa de Santos, de Wilson Aguiar Filho – e entre 1986 e 1987, para as novelas Dona Beija, também de Wilson, e Corpo Santo (numa participação), de José Louzeiro e Cláudio MacDowell, além de novamente Wilson.

Entre seus papéis marcantes na TV Globo, que o Vale a Pena relembra aqui no Observatório da TV, estão Juliana em Guerra dos Sexos (1983), Clara em Torre de Babel (1998) e Stella em Passione (2010), todas de Silvio de Abreu; Helena em Felicidade (1991), de Manoel Carlos; e as duas que estão no ar novamente agora. No geral, mulheres complexas, cujos conflitos expressavam a mulher do seu tempo. Confira o vídeo!

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