Justiça reclassifica Topíssima por violência e novela vira “não recomendada para menores de 14 anos”

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Exibida pela Record TV desde o último mês de maio, a novela Topíssima foi reclassificada nesta segunda-feira (1) pelo Ministério da Justiça. Na decisão publicada pelo Diário Oficial da União, a trama de Cristiane Fridmann recebeu o selo de “não recomendada para menores de 14 anos”. Antes, ela tinha o selo de “não recomendada para menores de 10 anos”.

Conforme o despacho, Topíssima foi reclassificada por conter tráfico de drogas, consumo insinuado de drogas ilícitas, discussão sobre o tráfico. Tudo isso é recorrente na trama, o que fez a novela ganhar o novo selo. A emissora tem até cinco dias para exibir o novo selo. Procurada, a emissora ainda não se pronunciou sobre o assunto. Caso o faça, a reportagem será atualizada.

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Topíssima aborda o tráfico de drogas em sua trama central. Na novela, o protagonista Antônio (Felipe Cunha) é acusado de ser traficante da droga Veludo Azul. Tal droga, na verdade, é produzida para uma rede de tráfico entre o policial corrupto Pedro (Felipe Cardoso) e o químico Taylor (Emílio Orciollo Netto). O chefe deles é o grande vilão da trama, Paulo Roberto (Floriano Peixoto).

Todavia, mesmo com a trama envolvendo tráfico de drogas e ter cenas frequentes de violência, Topíssima ainda não conseguiu atingir grandes índices de audiência. Sua média desde a estreia é de 8,1 pontos de média. Em relação a sua antecessora no horário, a reprise da bíblica A Terra Prometida, houve queda de 18%. De 9,9 ante 8,1 da trama atual.

Ministério da Justiça não reclassificou só Topíssima

Contudo, vale ressaltar que essa é a segunda polêmica em menos de uma semana se tratando de Ministério da Justiça. Na semana passada, o programa Aqui na Band recebeu um novo selo por causa de uma apresentação com Jojo Toddynho e pela cobertura do Caso Neymar. A atração agora é “não recomendada para menores de 12 anos”.

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