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CIRURGIA MORTAL

Dr. Death narra história real de médico ‘açougueiro’; conheça a série

Drama protagonizado por Joshua Jackson estreia no streaming Starzplay neste domingo (12)

Publicado em 12/09/2021
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De todos os profissionais que existem, os médicos são aqueles 100% confiáveis, certo? Bom, após assistir à minissérie Dr. Death, a resposta para essa pergunta vai mudar. A trama encenou a história real de Christopher Duntsch, um cirurgião condenado à prisão perpétua por matar pacientes ou deixá-los mutilados.

Com Joshua Jackson (ex-Dawson’s Creek) na pele de Duntsch, Dr. Death estreia no Brasil neste domingo (12), no streaming Starzplay. A plataforma irá disponibilizar ao assinante um episódio por semana; são oito, no total. O elenco conta com dois nomes de grife: Alec Baldwin e Christian Slater.

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A história real de Dr. Death

Extremamente inteligente, Christopher Duntsch é dono de um currículo de 12 páginas. Ele tem mestrado, doutorado e, no papel, é simplesmente um cirurgião perfeito. Então, por que ele, aos 50 anos, passa os dias em uma prisão no Estado do Texas, onde cumpre pena perpétua?

A série usou como base um podcast criminal para elucidar essa problemática. Jovem, Duntsch queria ser um jogador profissional de futebol americano. Possuidor de um conhecimento teórico ímpar, ele cometia falhas grotescas na execução de fundamentos básicos dentro de campo. 

Na época da faculdade, o aspirante a atleta viu que esse ramo esportivo era uma furada e resolveu se dedicar aos estudos.

Em 1995, ele se formou em medicina e rapidamente engatou um mestrado e doutorado, especializando-se em neurocirurgia. Foram mais de 15 anos de treinamento em universidades, hospitais e clínicas. Essa bagagem deixava Duntsch orgulhoso e ele não hesitava em jogar na cara toda a experiência acadêmica que amealhou.

Imagina uma pessoa levando a mãe ou o pai para ficar em um leito aos cuidados de um médico com tamanha experiência. Não teria como duvidar de que tudo daria certo, não é verdade? Porém, os resultados pós-cirúrgicos nada condiziam com a boa expectativa a priori. 

Pacientes ficaram quadriplégicos ou tiveram a saúde agravada. Uma simples intervenção na coluna levou uma mulher a perder a voz. E duas pessoas morreram sob as mãos do doutor.

Além dessas fatalidades, Duntsch foi condenado por ferir 33 pessoas na mesa de cirurgia. Por isso ganhou o apelido de Dr. Death (Dr. Morte, em tradução direta).

Alec Baldwin (à esq.) e Christian Slater em Dr. Death (Divulgação/Peacock)

Erro proposital?

A minissérie explorou o mundo ao redor do charmoso e brilhante Duntsch, fachada amistosa que escondia uma personalidade perversa. Por que ninguém, de instituições hospitalares a colegas de trabalho, fez algo para tirar o bisturi das mãos do médico ‘açougueiro’?

Dois doutores agiram. Um foi o reservado e meticuloso Robert Henderson (interpretado com maestria por Alec Baldwin). O outro foi o excêntrico Randall Kirby (Christian Slater), sempre agitado. Eles cuidavam dos pacientes maltratados por Duntsch e tentavam diminuir a gravidade dos erros.

Ambos testemunharam os estragos cometidos por Duntsch e ficaram intrigados com aquilo tudo. A dupla se perguntava constantemente se os deslizes eram burrice do ‘doutor morte” ou foram feitos de forma proposital.

Eles juntaram forças para frear o médico inconsequente, mas esbarravam em trâmites burocráticos, entraves que apenas permitiam que a lista de vítimas do ‘açougueiro’ aumentassem.

Veja o trailer de Dr. Death:


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