Faustão causa polêmica ao falar sobre intervenção militar

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Na edição deste domingo (1) do Domingão do Faustão, o comunicador conversou com Bárbara Paz, que participava do quadro Ding Dong, sobre um documentário que a atriz fará sobre a Rocinha, comunidade do Rio de Janeiro.

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“A Rocinha é muito mais que uma simples favela, é uma cidade, tem mais de 200 000 habitantes! Mostra bem a ausência do poder público. O brasileiro em geral é abandonado, paga imposto e não recebe absolutamente nada, só vê corrupção e o pior, o desalento de não ter um poder em que confiar. Por isso a gente fala, tem que pensar bem em quem votar! Saber dos problemas, todo mundo sabe. Nessa enquete do jornalismo da Globo todo mundo sabe que é educação, saúde pública, segurança, emprego é o mínimo que qualquer país civilizado tem que ter”, afirmou o comunicador, referindo-se à campanha O Brasil que eu Quero.

Depois, o apresentador questionou se Bárbara iria mostrar a realidade nua e crua da favela. “Ainda é um embrião, é um projeto. Eu passei o Natal lá e isso gerou um começo de documentário. A desigualdade social é muito grande nesse país e estamos vivendo um momento terrível. Esperamos que isso não se prolongue muito, mas não estamos sendo otimistas nesse caso”, explicou a estrela.

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“Você tem que ser realista. Não é de uma hora para a outra que uma intervenção, como num passe de mágica, vai acabar com 30 anos de desgraça. Aqui no Brasil é uma hipocrisia, ‘não vou mais falar favela, vou falar comunidade’. P*rra, não muda o nome, tem que mudar a realidade. Isso não muda nada, é uma ‘quas, quas, quas’ e o povo não aguenta mais”, concluiu Faustão.

 

 

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