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Entrevista

Diretor revela que Sophie Charlotte implorou por papel em Passaporte para Liberdade

Jayme Monjardim deu detalhes da produção sobre o anjo de Hamburgo

Publicado em 14/12/2021
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Diretor da série Passaporte para Liberdade, Jayme Monjardim revelou detalhes dos bastidores da produção. O profissional destacou que a protagonista Sophie Charlotte praticamente implorou pelo papel.

Parceria da Globo com a Sony Pictures Television, a obra foi gravada originalmente em inglês e passará dublada na televisão. A estreia é na próxima segunda (20), após o The Voice Brasil.

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Responsável por projetar a série sobre o anjo de Hamburgo, Jayme deu uma entrevista reveladora. Ele disse como escolheu Sophie para o trabalho, além do desafio em gravar em meio à pandemia. Confira.

Nas suas palavras, como você definiria a minissérie Passaporte para Liberdade?  

Passaporte para Liberdade é um presente para a humanidade. A série conta a história de uma mulher que salvava vidas. É uma linda história de amor ao próximo, à vida e às pessoas. Aracy foi uma mulher brasileira que morava em Hamburgo, na Alemanha, e que, mesmo distante de seu país, conseguiu salvar várias famílias durante a Segunda Guerra.   

Como foi a escolha de Sophie Charlotte para o papel de Aracy?  

A Sophie surgiu em um dia que eu estava gravando a novela Tempo de Amar. Ela veio na minha direção muito emocionada, me abraçou e me disse “eu sou a Aracy, eu nasci em Hamburgo”. Quando ela olhou nos meus olhos eu sabia que seria ela. Muito louco, né? (risos) A gente estava fazendo testes, e a Sophie apareceu, como um anjo, para viver a nossa protagonista.   

A produção passou por um período de hiato com a pandemia e precisou passar por adaptações. Quais foram os maiores desafios?  

Acho que a gente teve um caso único de produção. Começamos em 2020 gravando na Argentina, em Buenos Aires. Chegamos ao Brasil e, pouco depois, veio a pandemia do COVID-19 em 2021, quando só tínhamos filmado metade da minissérie. Foi uma loucura dar continuidade ao trabalho depois de mais de um ano. Foi um desafio muito grande e difícil, mas contamos com uma equipe incrível. 

Essa é uma produção que deve mostrar nossa capacidade de produção, com nossa expertise e nossos talentos, para o mundo. Como é para você estar à frente deste projeto e que valores da Globo e do Brasil ele potencializa para o mercado internacional?  

Uma das coisas mais importantes que a gente abre para o mundo é a capacidade da Globo de produzir. Somos grandes produtores, qualificados para construir e filmar grandes histórias utilizando o que há de melhor em tecnologia, que se soma ao talento e à expertise das equipes. A minissérie tem todo esse potencial de conquistar novos países e mercados.  

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