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CHECAGEM

Vikings: Valhalla é real ou ficção? Criador da série dá a resposta

O roteirista Jeb Stuart esclarece o que é verdade ou invenção na produção da Netflix

Publicado em 27/02/2022
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Série no topo da audiência da Netflix, Vikings: Valhalla estreou na última sexta-feira (25) continuando a história da popular Vikings (2013-2020). Fãs das antigas ou os que chegaram agora podem ficar em dúvida sobre as veracidades dos relatos ali apresentados. O criador do drama resolve essa questão esclarecendo o que é real e ficção.

Antes de tudo, vale situar Vikings: Valhalla na timeline da história da humanidade. A narrativa se passa no começo do século 11, explorando as tensões entre os vikings e os ingleses, assim como rixas dentro dos guerreiros vikings por causa da religião, com atritos entre cristãos convertidos e adoradores de Odin e Thor, tratados pelos novos religiosos de pagãos.

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Alguns personagens são figuras reais (Leif Erikson, Harald Sigurdsson, Olaf “the Holy” Haraldsson), outros foram criados para a atração (Jarl Haakon). Um detalhe é que mesmo tendo personagens emulando pessoas de verdade, elas não necessariamente conviveram juntas. Aí entra a licença criativa.

Consultores intervencionistas

Em entrevista à Newsweek, Jeb Stuart, criador de Vikings: Valhalla, colocou os pingos nos is acerca das verdades (ou não) da série. Muito da trama tem base na história real. Entretanto vale o lema tradicional de produções desse tipo, pois foram aplicadas adaptações fictícias visando a dramaticidade do enredo.

“Eu li muita coisa sobre os Vikings e conversei com muita gente”, avisou Stuart. “Claro que temos ótimos consultores e pesquisadores na série, que nos apresentaram os fatos. E os nossos roteiristas criaram histórias baseadas nisso, sem fugir muito de uma realidade plausível.”

Stuart comentou que os conselheiros serviram como freio para as imaginações férteis dos roteiristas. “Os pesquisadores tinham liberdade para chegar em nós e dizer: ‘peraí, você viajou um pouco nisso e cruzou a linha’”, revelou o produtor. 

“Eu digo que a maior parte [da série] é crível, como armas, roupas, discursos, coisas desse tipo”, continuou Stuart. “Mas sim usamos a licença criativa com alguns personagens, tipo juntar Olaf e Harald na mesma linha do tempo”.


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