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DIREITOS VALIOSOS

Netflix pagou a Anna Sorokin (real) uma fortuna para gravar Inventando Anna

Golpista recebeu mais de R$ 1,5 milhão, mas gastou boa parte do montante pagando dívidas

Publicado em 13/02/2022
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A série Inventando Anna avisa no começo de cada episódio: “esta é uma história totalmente verídica. Exceto as partes que foram completamente inventadas”. Pela parte real da trama, a Netflix pagou uma fortuna para a golpista Anna Sorokin, cuja vida de golpes, luxo e trapaças é relatada na minissérie lançada na última sexta-feira (11).

Segundo o site Insider, em reportagem publicada há um ano, Anna Sorokin vendeu os direitos da história dela por US$ 320 mil (R$ 1,67 milhão) à Netflix. O resultado final é de fato a mistura entre o que realmente aconteceu e as esperadas licenças criativas aplicadas em produções do tipo.

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A fortuna recebida por Anna não foi despejada em gastança desenfreada. Mais da metade do montante quitou dívidas, de impostos a honorários de advogados. A Justiça americana permitiu que ela embolsasse a sobra do pagamento feito pela gigante do streaming.

A história real de Inventando Anna

Na minissérie Inventando Anna, a jornalista Vivian (Anna Chlumsky) trabalha sob pressão na revista ficcional Manhattan, cobrada para entregar alguma reportagem substancial, de relevância. Ela se depara com o caso de Anna Delvey (Julia Garner), cujo nome real é Anna Sorokin, suposta herdeira alemã, famosa no Instagram, que roubou os corações (e o dinheiro) da alta sociedade de Nova York.

Entre 2013 e 2017, Anna desfilava nos lugares mais requintados de Nova York, cercada da elite da cidade. Ela dizia ser uma herdeira alemã que, em um futuro próximo, tomaria posse de US$ 60 milhões. 

O grande público tomou conhecimento dela após a revista New York publicar uma reportagem, em 2018, sobre as trambicagens da falsiane. Anna não tinha um tostão furado no bolso, mas conseguia se hospedar em hotéis caríssimos e enganar os amigos, dando como garantia o simples “depois eu pago.”

Ela foi condenada e presa, em 2019, por apropriação indébita. A pena era de 12 anos atrás das grades, mas nem completou 24 meses encarcerada. Ficou livre em fevereiro do ano passado, após pagar multas e restituições. 

Cidadã alemã nascida na Rússia, Anna aguarda nos Estados Unidos liberação para poder deixar o país norte-americano rumo à Alemanha.


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