Vilão de novela da Globo fala sobre falta de emprego e crises: “Achei que tivesse enfartando”

O astro contou que está sem trabalhar desde março

Publicado há um mês
Por Guilherme Rodrigues
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Responsável por ter vivido o vilão Diogo de Bom Sucesso (2019), novela das 19h de Rosane Svartman e Paulo Halm, Armando Babaioff usou o Twitter nesta terça-feira (15) para fazer um desabafo sobre como tem estado em meio à pandemia do coronavírus.

“Final de um ano difícil, sem trabalho desde março, sem perspectiva, longe dos afetos, tentando ao máximo ser correto nesse momento. Mas tem horas que não dá, o Brasil parece que não deixa. Faltam duas semanas para acabar esse ano horroroso. Falta pouco. Vai passar. Vocês tão bem, né?”, indagou o ator.

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“Nesse período de março até hoje tive três crises de ansiedade bastante bizarras. Na primeira achei que estivesse enfartando. Sudorese, taquicardia, tremedeira, náusea, dor de barriga, tudo ao mesmo tempo. Parecia que estava entrando em curto circuito. Durou cerca de duas horas”, revelou o artista.

“Tive muita insônia durante esse período, perdi o apetite, perdi o interesse pelas coisas, não consegui me concentrar e me sentia culpado por ver pessoas realizando coisas, mas eu não estava com essa disposição”, seguiu o astro.

“Até que veio a segunda crise um mês depois. Percebi que ela estava vindo e de alguma forma me preparei. Tive auxílio profissional. Respirar e deitar no chão me ajudaram, passava mais rápido. Tive medo e achei que fosse morrer. Todas as crises estavam ligadas ao medo da morte”, explicou Armando.

“Entendi que precisava jogar essa ansiedade em outro lugar e daí veio a corrida e agora o kayak, esses dois esportes me deram um foco que eu estava precisando. A vida continua no mesmo lugar, mas depois de uma atividade física as coisas melhoram um pouco”, analisou o famoso.

“Meu olho e a boca pararam de tremer depois de meses, tive uma crise, mas foi mais branda. Tenho chorado e quando vem a vontade de chorar eu choro, não seguro não. Enfim. Tô dividindo aqui com esse pessoal dessa rede louca. Sei lá pra onde isso tá indo. Estamos no mesmo barco”, concluiu Babaioff.

Veja:

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