O Tempo Não Para: Dona Agustina tenta resgatar a sua filha do cortiço: “O que minha filha chama de lar é uma ‘cabeça de porco’”

Publicado há 2 anos
Por Henrique Carlos
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Nos próximos capítulos de O Tempo Não Para, Dona Agustina (Rosi Campos) tentará resgatar a sua filha do cortiço, onde se tornou a sua nova morada. A princípio, Marocas (Juliana Paiva) ficará feliz com a presença de sua mãe em seu novo cafofo. “Minha filha, não vim antes porque estive o dia todo rezando uma novena para Nossa Senhora do Ó e precisava acabar. Ainda faltam oito dias!”, dirá Agustina. “Seja bem-vinda, minha mãe. Estou imensamente feliz em recebê-la em minha casa”, sentenciará Maria Marcolina. Mas sua mãe dirá que aquele ambiente não é para um Sabino Machado. “Isso não é casa… É tão somente um quarto, não diga sandices minha filha, esse não é lugar para uma Sabino Machado. Aos trancos e barrancos com a providência Divina… Eu tenho tanto medo do que pode acontecer com nossa família nesses tempos bárbaros, nessa Babilônia. São tantas perdições. Onde vamos parar? O que minha filha chama de lar é uma ‘cabeça de porco’. Um cortiço!”, sentenciará a esposa de Dom Sabino (Edson Celulari).

Marocas não deixará por menos. “Essa época, esse mundo novo também não é lugar para nós, não é, minha mãe? Tenho escutado essa cantilena desde que despertamos. No entanto, estamos nos adaptando, não estamos? É um lugar modesto, mas acolhedor… Nossos vizinhos são pessoas honestas e trabalhadoras… Miss Celine e eu estamos muito felizes aqui”, acrescentará a jovem do século retrasado.

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União de mãe e filha

Dona Agustina fará de tudo para levar sua filha de volta para pensão. Mas Marocas revelará que se tornou uma nova mulher. “Minha mãe, com todo o amor e respeito que tenho pela senhora, peço que não cometa os mesmos erros de meu pai, escute o que tenho a dizer. Olhe para mim. Eu não vou embora, porque esse lugar é a minha casa. Estou aprendendo a ser livre e estou apreciando cada minuto dessa nova vida. Não é fácil romper os grilhões sociais, as imposições do mundo machista em que vivemos… Mas cada pequena vitória tem sido de imenso valor. Cada conquista é um impulso para seguir adiante e lutar com mais afinco. Hoje posso afirmar que me sinto uma mulher independente, a senhora sabe o que isso significa?”, pontuará a Marocas.

“Creio que não. Seu pai sempre decidiu tudo por mim, as mulheres da nossa família foram criadas para serem boas esposas e boas mães. Essa sempre foi a minha missão. O que mais eu poderia querer? Deus é testemunha de que sempre fui feliz dessa maneira, mas eu conheço você, minha primogênita. Você não é igual a mim, você tem fogo nos olhos, você tem ganas de mudar o mundo à sua volta. Olhe para você… Acaba de terminar um noivado, o segundo, diga-se de passagem. Deixou o seio familiar, perdeu seu emprego, mas está aqui, sorrindo, altiva, determinada e consegue estar ainda mais radiante. Como isso é possível, meu Deus?”, sentenciará uma Agustina emocionadíssima.

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Orgulho da filha…

Emocionada, Agustina relatará para a sua filha, que ela se tornou uma mulher. E, isso encheu seu coração de amor. “A minha menina é uma flor que desabrochou. É a primeira flor da primavera, a mais bela de todas”, concluirá a matriarca da família Sabino Machado. “Mãezinha, a senhora consegue ler minha alma”, dirá Marocas. “Não sei se consigo, mas sei que posso aprender”, completará uma Agustina emocionada.

O Tempo Não Para é uma novela escrita por Mario Teixeira, com colaboração de Bíbi Da Pieve, Marcos Lazarini e Tarcísio Lara Puiati, com direção artística de Leonardo Nogueira e direção geral de Marcelo Travesso e Adriano Melo.

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