No SP1, Christiane Torloni fala sobre minissérie ter sido inspiração para seu primeiro trabalho como diretora

Publicado há um ano
Por João Paulo Reis
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A atriz Christiane Torloni participou neste sábado do jornalístico SP1, da Globo. Ela compareceu ao estúdio da atração e conversou com Gloria Vanqiue sobre o documentário que está dirigindo sobre a Amazônia, e que estreia na capital paulista na próxima quarta-feira (08).

Ela explicou o motivo de se iniciar como diretora justamente
com um documentário: “Porque ele é uma ferramenta, como o teatro e a novela
são. É uma plataforma onde você vai mandar uma informação. […] Fizemos um
documentário muito emocionante sobre a Amazônia hoje”.

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Questionada sobre o fio condutor do filme, Torloni afirmou  que pensou principalmente nas políticas públicas acerca da questão do desmatamento. “Fizemos um recorte com personagens que falam o que está acontecendo hoje na Amazônia. Temos personalidades no filme que trabalham pela Amazonia, como climatologistas, e estrategistas que pensam em como trazer a florestania, que é um neologismo, para os nossos corações. A florestania é falar do Tietê. É falar do que a gente vive na cidade aqui e agora. A questão da água, chuvas, e flexibilização das leis que não podemos permitir. Existem leis incríveis que precisam ser respeitadas”.

Gravações da minissérie Amazônia

Christiane ainda relatou que seu primeiro contato com a causa foi durante as gravações da minissérie Amazônia: De Galvez a Chico Mendes (2007). “Na verdade lá foi o meu despertar para a florestania. Eu vou a Amazônia há 30 anos, mas eu não conhecia o estado do Acre onde nós gravamos. O Chico Mendes para quem não sabe, foi um grande líder, que pensou realmente a questão das reservas extrativistas. Um sujeito à frente do tempo dele. Ele foi criado e foi assassinado lá”.

Ela disse que a partir daquele momento, durante as gravações, ela entendeu que precisava se unir a outras pessoas para lutar pela causa. “Quando fomos gravar a minissérie tive o meu primeiro contato com a devastação e (fiquei) chocada com isso. O Juca de Oliveira que já havia feito Mad Maria, que foi uma minissérie incrível, já tinha um texto na cabeça. Nos juntamos, Ele, Vitor Fasano e eu, para fazermos o Amazônia Para Sempre. Era um abaixo-assinado que conseguiu mais de 1 milhão de assinaturas pela preservação da Amazônia. Então está no coração do brasileiro, que muitas vezes esquece que o nome do nosso país é o nome de uma árvore”.

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