Globo libera uso de bermuda como roupa de trabalho para os funcionários

Publicado há um ano
Por Greicehelen Santana
Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

A Globo liberou o uso de bermuda como roupa de trabalho para os funcionários. O anúncio foi realizado através de um vídeo criado pelo Recursos Humanos da emissora, onde a figurinista Alessandra Barrios dá dicas de como não erra nas combinações com a peça.

Segundo o Notícias da TV, a decisão foi divulgada na semana passada. No material, Alessandra começa falando: “Oi, gente! Um assunto importante: liberou bermuda no trabalho”. Em seguida, ela inicia a consultoria. Para a figurinista, a peça deve ser combinada seguindo um estilo “social casual”, e não como se estivesse indo para um momento de lazer.

Continua depois da publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Se você colocar uma bermuda com uma camisa ou camiseta, e você se sentir assim: ‘Dessa maneira aqui eu poderia ir à praia’, está errado. Você não pode vir trabalhar se você estiver de regata, por exemplo, não é muito legal. Se você estiver com uma bermuda de surfe, também não é muito legal“, frisa a profissional.

Imagem do vídeo apresentado pela figurinista Alessandra Barrios (Foto: Reprodução/ Globo)

Barrios
também adverte que, apesar da permissão para o uso de bermuda, é bom o
funcionário ter uma calça “guarda na gaveta”: “Se você é chamado para uma
reunião mais formal, é muito bacana porque você pode colocar a calça
”.

Ao longo do vídeo, que tem pouco mais de dois minutos de duração, Alessandra ainda apresenta combinações para mulheres e trans: “O importante disso tudo é a gente se sentir bem, à vontade e a gente encontrar a nossa melhor versão”, finaliza Barrios.

Reação dos funcionários

Ainda
de acordo com o portal, a novidade gerou reações controversas nos corredores da
Globo. “Muitos aplaudiram, principalmente os que moram no Rio de Janeiro,
onde o verão é muito quente. Mas teve gente que achou que a Globo deveria se
preocupar com coisas mais importantes, como demissões e renegociações de
contratos por salários menores
”, afirmou Daniel Castro no texto publicado
no Notícias da tv.

Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio