Flávia Alessandra fala da importância de Dorothy, de A Indomada, em sua carreira

Publicado há 7 meses
Por Arthur Pazin
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Em 17 de fevereiro de 1997, o público sentou para assistir o primeiro capítulo de A Indomada, quarta novela da parceria de Aguinaldo Silva com Ricardo Linhares no horário nobre.

Os autores dessa vez lançavam seu novo folhetim com elementos do realismo fantástico sem a colega Ana Maria Moretzsohn. A autora estava desde o ano anterior na Band, onde escreveu as novelas Perdidos de Amor, Serras Azuis e Meu Pé de Laranja Lima.

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A estreia da trama, que se passa na fictícia Greenville, cidade do litoral do Nordeste ocupada pelos ingleses no século XIX que culminou em uma mistura de costumes britânicos e nordestinos, marcou 52 pontos no Ibope.

Nesta segunda-feira (17), a data completa 23 anos e foi lembrada pelo Canal Viva em um post em seu perfil oficial no Twitter. Veja:

Em seguida, a atriz Flávia Alessandra, no ar como Helena em Salve-Se Quem Puder, também relembrou o início de seu primeiro trabalho com Aguinaldo Silva e Ricardo Linhares. A loira interpretou, no ano seguinte, a vilã Lívia de Meu Bem Querer, novela das sete escrita por Ricardo Linhares com supervisão de texto de Aguinaldo Silva.

Três anos depois, Flávia voltou a dar vida a uma Lívia. Dessa vez, a personagem era protagonista de Porto dos Milagres, retorno da dupla à faixa. A atriz ainda integrou o elenco de mais duas novelas de Aguinaldo Silva: Duas Caras (2007) e O Sétimo Guardião (2018).

Na postagem, Flávia Alessandra, que viveu Dorothy no sucesso de 1997, chamou a novela de incrível e exaltou a importância da personagem em sua carreira. Confira:

Nos comentários, a atriz continuou escrevendo que o que gosta na personagem é que com ela, já em 1997, era possível falar de como confiar em si mesma, se empoderar e tomar decisões olhando para o que a gente realmente quer e pode ser transformador.

“Aprendi muito com ela, e acredito que muitos espectadores também”, comentou Flávia, que agradeceu aos autores da novela e à Paulo Ubiratan, diretor de teledramaturgia da época. A atriz indicou ainda, aos fãs, um IGTV que fala sobre a Dorothy. Acesse!

Em A Indomada, Dorothy é uma jovem virgem e reservada que se envolve Hércules (Marcos Winter) sem saber que o rapaz é casado. Entre sofrimentos e novos desfechos, a filha de Cleonice (Ana Lúcia Torre) e Pitágoras (Ary Fontoura) acaba a trama apaixonada por Artêmio (Marcos Frota), o filho bastardo da vilã Altiva (Eva Wilma).

A novela, que teve direção de núcleo de Marcos Paulo, contava a história que começou no passado. Na década de 1970, Eulália de Mendonça e Albuquerque (Adriana Esteves) se apaixona por Zé Leandro (Carlos Alberto Riccelli), cortador de cana da usina de sua família.

Os dois sofrem com a perseguição dos Mendonça e Albuquerque, e Pedro Afonso (Cláudio Marzo), irmão de Eulália, ameaça Zé Leandro de morte. O rapaz é obrigado a fugir, mas promete voltar um dia para buscar a amada, que está grávida.

A criança nasce e é batizada como Lúcia Helena (Leandra Leal). Eulália passa a viver em segredo, fugindo do rancor do irmão e do veneno da cunhada, Altiva (Eva Wilma), mulher má e mesquinha.

A Indomada foi reprisada duas vezes na TV brasileira: no Vale a Pena Ver de Novo, em 1999, e no Canal Viva, em 2018.

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