“Cresci assistindo a novelas brasileiras”, afirma autora de Ouro Verde, trama portuguesa da Band

Publicado há um ano
Por Felipe Brandão
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A partir de julho, o público da TV aberta terá uma opção diferenciada para acompanhar em termos de dramaturgia. Focada desde 2015 na exibição de novelas turcas, a Band interrompe o algo desgastado filão para exibir Ouro Verde, trama produzida em Portugal em 2017 e vencedora do Emmy Internacional de Melhor Novela no ano passado.

Autora do aclamado folhetim estrangeiro, Maria João Costa comemorou, em entrevista ao portal NaTelinha, a chegada de sua história ao Brasil.

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“É fantástico poder estrear no Brasil, mas também é assustador. Eu, como todos os portugueses, cresci assistindo a novelas brasileiras e tenho nelas a grande referência mundial no gênero. Sabendo que o público brasileiro é muito exigente com as tramas, confesso que fico com um nervoso miudinho com essa estreia”, admitiu ela, considerada ‘a Glória Perez da TV lusitana’.

Ouro Verde é fruto de muito trabalho e dedicação. Acredito que isso tenha ajudado a que tenha sido tão bem sucedida. Curioso é que a ideia dessa novela surgiu quando eu vivia ainda no Brasil. Para quem não sabe, vivi no Rio de Janeiro quase cinco anos”, detalhou.

Quando foi incumbida de assinar a nova trama da Band, Maria João não tinha qualquer experiência como roteirista. “Para saltar algumas etapas, restava-me arrumar um jeito de convencer o José Eduardo Moniz [consultor de Conteúdos de Entretenimento e Ficção da TVI, canal que produziu Ouro Verde] de que eu tinha capacidade para ser autora titular. Um certo dia, ele comenta comigo que gostaria de ter uma novela cuja história se passasse entre Portugal e Brasil. E aí eu pensei: está aqui minha chance”, recordou.

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