Baleado por Bruno, Gustavo morre nos braços de Ana Paula

Publicado há um ano
Por Felipe Brandão
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É certo que Bruno (Julián Gil) pagará por seus crimes – não sem antes, porém, cometer o pior e mais injusto deles. No último capítulo de A Que Não Podia Amar, Gustavo (José Ron) morrerá nos braços de Ana Paula (Ana Brenda Contreras), após levar um tiro à queima-roupa do vilão.

Tudo começa quando, após prender Cíntia (Susana González) no incêndio que ela mesma provocou no escritório de Rogério (Jorge Salinas), Bruno é flagrado por este e por Gustavo limpando o cofre do ex-patrão. “O que está fazendo aqui, infeliz?”, questiona Rogério, tentando agredi-lo com seu chicote.

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Bruno, porém, arranca o objeto das mãos do vilão redimido e aponta seu revólver para ele e para Gustavo. “Quietos, os dois!”, ordena, ameaçando-os. “Seu rancor não serve de nada. Você já perdeu tudo!”, avisa Rogério. “Engano seu! Quem perdeu tudo foi você! Porque dessa vida não vai levar nada!”, diz, deixando claro sua intenção de matar o ex-chefe.

Nesse momento, Ana Paula entra e se desespera ao ver Rogério na mira do revólver de Bruno. “Que bom que você se decepcionou com esse infeliz… Assim não vai chorar a morte dele”, ironiza o vilão, prestes a atirar. Ele só não o faz porque Gustavo, num impulso de valentia, parte para cima de Bruno e entra em luta corporal com ele pela posse da arma.

Tanta coragem, porém, custa caro ao engenheiro: o revólver dispara e atinge Gustavo no abdômen, ferindo-o mortalmente. Rogério aproveita o desconcerto de Bruno para pegar a arma, virando o jogo sobre seu ex-advogado.

Despedida

Enquanto isso, Ana Paula ampara o ex-namorado moribundo. “Aguenta firme, Gustavo! Você vai ficar bem!”, promete a enfermeira, desesperada. “Cuida da minha filha. Cuida dela como se fosse sua”, pede o irmão de Mercedes, pressentindo que não vai sobreviver. “Por favor, não diga isso…”, diz Paula, aos prantos.

“Ana, eu estou morrendo… Mas é melhor assim, porque… Eu nunca ia poder deixar de te amar… Ana… Me prometa que você vai ser feliz… Não deixe te separarem do Rogério… Como fizeram com a gente…”, diz o irmão de Mercedes, tocando o rosto de sua amada pela última vez. “Te amo… Vou te amar sempre…”, conclui, dando seu último suspiro nos braços da mulher que sempre amou.

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