Autora Angela Chaves explica por que não ‘salvou’ Carlos da morte em Éramos Seis

Publicado há um ano
Por Renan Vieira
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Após ser baleado em uma manifestação onde estava por acaso, Carlos é levado ao hospital e passa por uma cirurgia, antes mesmo de sua família descobrir seu paradeiro, em Éramos Seis. É Alfredo (Nicolas Prattes) quem o encontra, quando já sem saber mais onde procurar, sai com Marcelo (Guilherme Ferraz) em busca do irmão pelos hospitais da cidade.

Ao mesmo tempo,
Almeida (Ricardo Pereira) chega à casa de Lola (Gloria Pires) na companhia do
Delegado Gusmões (Stepan Nercessian) e eles informam que Carlos está em estado
grave no hospital devido aos tiros que levou. Todos vão para o hospital e Lola,
Alfredo, Isabel (Giullia Buscacio) e Clotilde (Simone Spoladore) são as pessoas
que estão no quarto nos últimos momentos de Carlos em vida. Antes de morrer,
ele tem uma conversa franca e emocionante com Isabel, Lola e Alfredo.

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A morte do personagem não causou impacto apenas na ficção. A autora Angela Chaves contou que foi doloroso para ela escrever esta trama. “A morte de Carlos é necessária para contarmos a história desta família, por mais querido que seja o personagem, por mais injusta que seja a situação, e por mais que me doa mantê-la nesta versão. Além do mais, do jeito que acontece, por obra do acaso, por Carlos estar no lugar errado na hora errada, se torna um dos momentos mais bonitos e impactantes da adaptação de Sílvio de Abreu e Rubens Edwald. Por isso foi mantida nesta versão”, explicou a autora.

“A tragédia transforma a vida dos irmãos e da mãe. ‘Como ser feliz depois de uma tragédia dessas?’, é o que Lola se pergunta. É o que todos se perguntam! E, no entanto, cada um de seu jeito, encontra uma forma de ir em frente, porque é assim que tem que ser”, finalizou Chaves.

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