Maria Bopp surge mais a vontade e mais dramática na segunda temporada de Me Chama de Bruna

Publicado há 3 anos
Por Nucia Ferreira
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Na segunda temporada de Me Chama de Bruna, Maria Bopp se sente bem mais a vontade protagonizando a série, que estreia no próximo dia 22 no canal Fox Premium. A atriz contou um pouco do que o público pode esperar da personagem na sequência da produção inspirada na vida de Raquel Pacheco. Nessa temporada, a atração ganha novos personagens que vão mexer muito com Bruna Surfistinha.

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O que o público pode esperar da Bruna nessa segunda temporada?

Na primeira temporada a gente vê uma Bruna que está em busca de independência e liberdade e essa segunda temporada isso já está conquistado, ela já está independente, ela mora sozinha, já trabalha como garota de programa e já paga suas contas, ainda que mal e parcamente. Agora a Bruna quer mais, seja através da Paradise, essa casa de prostituição de luxo, seja através da fama. Ela quer preencher um buraco, que a gente vai descobrindo ao longo da temporada, que é um pouco mais fundo que só ser famosa e ter dinheiro.

Como os novos personagens como Marcelo (Gabriel Godoy) e a Miranda (Maitê Proença) vão afetar a Bruna?

O personagem do Gabriel Godoy é um potencial cliente, mas de cara, para a Bruna, ele é mais do que isso. Ao longo da série ele representa o lado Raquel, essa temporada inteira está muito focada na dualidade Bruna Surfistinha e Raquel Pacheco. Quanto mais ela acha que quer ser Bruna Surfistinha e que isso via preencher as necessidades dela, mais isso afasta dela da real necessidade que ela quer, que talvez seja o contato com a raiz dela, seja com os pais ou com a adolescência meio interrompida dela, quando ela decidiu sair de casa. O Marcelo representa um pouco o resgate dela, Raquel, o lado menina.  A personagem da Miranda representa a Bruna Surfistinha, como se ela chamasse ela: ‘vem pra cá’, ‘vem pra fama, vem que eu te mostro’. Talvez ela tenha que se afastar um pouquinho da Raquel pra deixar a Bruna Surfistinha brilhar.

Você, Maria, como acha que essa segunda temporada te deixa mais a vontade para interpretar a personagem?

Eu acho que esse papel não é um papel fácil, até pela questão óbvia, eu todo mundo me pergunta, que é a questão do sexo, da exposição do corpo. Eu acho que na primeira temporada eu conquistei isso. Eu acho que isso é um território já conquistado, me sinto muito a vontade em cenas de sexo, de nudez, óbvio que existe um cuidado dos diretores, que foram muito parceiros em todas essas cenas, mas a segunda temporada tem uma carga dramática imensa, o meu espectro como atriz aumentou muito, a gente tem cenas dificílimas nessa temporada que não tem a ver com sexo, tem a ver com a carga dramática.

Como foi a preparação para essa temporada?

Eu tive uma preparadora de elenco que foi fundamental na minha trajetória, que é a Estrela Straus. Ela foi fundamental no meu processo nessa segunda temporada. Foram dois meses de preparação com ela, acompanhadas pelo Octávio (Scopelliti, diretor), muito de perto, para alcançar essas cenas. Encontrei essa segurança para fazer o que essa temporada me cobrava.

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