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Novo cartaz

Pantanal: Entenda como a Globo vai usar e abusar de tecnologia na produção da novela

Superprodução tem estreia agendada para segunda, dia 28, logo após o Jornal Nacional

Publicado em 24/03/2022
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A aposta na caracterização e no figurino é alta e complementar à área de tecnologia, que tem nesta releitura de Pantanal, entre seus principais objetivos trazer realismo à trama, já que a natureza é um dos pontos fortes desta história.

E ainda reforçar a mística que envolve a relação dos personagens e animais, como é o caso do Velho do Rio (Osmar Prado); e de Maria (Juliana Paes) e Juma Marruá (Alanis Guillen). Eles se transformam ou não em bichos? O mistério continua, mesmo após 30 anos. 

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A produção diferencia-se, ainda, pela aplicação de tecnologias inovadoras. Um exemplo é o primeiro episódio, que foi produzido em 8K e que terá transmissão em 8K pelo Globoplay, inaugurando a utilização desse formato em novelas. 

Alanis Guillen será Juma Marruá em Pantanal (Reprodução: Instagram)

Tecnologia do futuro

Além disso, o primeiro capítulo será transmitido – também pelo Globoplay – em Dolby Atmos, tecnologia de áudio que busca garantir maior nível de imersão ao espectador. 

A iniciativa da transmissão nesta qualidade de imagem abre portas para que a tecnologia seja amplamente utilizada no futuro – à medida que os televisores com capacidade de leitura do 8K passem a ter penetração nos domicílios brasileiros. 

A resolução é uma evolução em relação ao 4K, representando uma qualidade de imagem quatro vezes superior. As siglas indicam a quantidade de pixels disponíveis na tela. Enquanto o 4K apresenta 3.840 x 2.160 pixels, o 8K reúne até 7.680 x 4.320.

Novela feita para impactar

Como o primeiro capítulo de ‘Pantanal’ ficará disponível no streaming, a solução se torna atemporal, com potencial de impactar o público a longo prazo.  

Para o espectador, o grande diferencial do formato é permitir uma experiência muito similar à que ele teria vendo a olho nu, com precisão e realismo. O  que se torna ainda mais impactante quando aplicado a uma novela com forte ambientação na natureza.    

No caso dos animais, a onça, a sucuri e o boi foram estudados profundamente e, para tê-los em cena, foi utilizada a rotoscopia, técnica que tem como referência uma imagem captada em vídeo, redesenhada quadro a quadro, resultando, então, na composição.

Alanis Guillen, a Juma de Pantanal (Reprodução – Instagram)

Animais reais, animais computadorizados

Além desses animais, foram reproduzidas por computação gráfica cerca de 10 espécies de aves. Uma curiosidade: para se ter uma ideia, para uma cena de oito segundos em que é utilizada a técnica de rotoscopia para inserir um animal em um ambiente interno, são necessárias, em média, 48 horas de trabalho em efeitos visuais. 

E, além da presença real de alguns animais no set de gravação no Pantanal, eles são reproduzidos ainda graficamente em modelos 3D.

O processo é o mesmo de Hollywood: eles reproduzem um animal modelando-o tridimensionalmente e produzem todo o esqueleto para que ele possa ser animado; algo comum nas produções da Globo, mas não com animais do Pantanal.

Mais efeitos visuais

O trabalho da tecnologia, contudo, nem sempre é visto nas telas. Por vezes, a tecnologia atua nos bastidores, como por exemplo em relação à segurança do elenco.

Foram usadas técnicas de aproximação e de implementação para transportar imagens de animais captadas no Pantanal e inseri-las em ambientes internos, por exemplo. 

Em um capítulo em que a chuva é importante, os efeitos entram para criar os raios, as nuvens carregadas etc.  No caso dos ninhais – no Pantanal são enormes – os efeitos visuais são utilizados para inserir os animais pousados nas árvores em planos mais abertos.

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