Segundo Sol: Laureta revela motivos que a transformaram em um monstro

Laureta (Adriana Esteves) e Nestor (Francisco Cuoco) de Segundo Sol
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Em Segundo Sol, na Globo, Laureta (Adriana Esteves) sempre se mostrou muito malvada e nunca demonstrou qualquer sentimento bom e verdadeiro por outra pessoa. Mas, nos próximos capítulos, em uma conversa com Nestor (Francisco Cuoco), ele falará do passado e justificará as razões que a tornaram um monstro. Confira.

“E você acha que foi só você que sofreu na mão desse homem? Eu comi o pão que o diabo amassou na mão de Galdino e da turminha dele, depois que o senhor foi preso! Imagine, eu, filha única, órfã, no meio deles!”, afirmará a cafetina. “Você mesma foi a culpada disso tudo! Eu só fui pego porque você, minha própria filha, me denunciou! E depois ainda se juntou a Galdino e sua turma, um bando de degenerados! Você serviu a todos eles, de todas as formas, aqueles depravados, aqueles sujos!”, rebaterá Nestor.

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“Eu fui vítima, meu pai! Vítima!”. “Não me chama de pai! Eu não sou seu pai, eu não tenho mais filha!”. “Você tem que entender: depois de um tempo na mão dessa gente, você faz qualquer coisa que eles lhe mandarem! Qualquer coisa pra não apanhar mais, pra não ser abusada mais uma vez, pra não morrer!”.

Laureta explica por que se manteve ao lado de Galdino

“Se isso é verdade mesmo, por que você escondeu e carregou com você o monstro do Galdino até o fim?”. “Eu fiz isso porque eu queria humilhar esse verme! Queria que ele pagasse dia após dia, sofresse, provasse do mesmo chicote com que ele nos bateu! Queria descontar todo ódio de uma vida, tudo que ele me fez, tudo que ele fez pro senhor, meu pai! Mas sinta-se vingado! Eu matei esse verme por nós dois!.

“Você é louca! Você é uma doida!”. “É isso mesmo! E eu fiz isso pelo senhor, por mim! Esse é o dia da nossa vitória, meu pai! É o dia da nossa revanche, nós ganhamos, nós somos mais fortes do que eles!”. “A gente não ganhou nada!”. “Me deixa chegar junto do senhor! Me dá um abraço, meu pai!”.

Nestor rejeita Laureta

“Nunca! Nem pense em encostar um dedo em mim! Eu tenho nojo de você!”. “Eu lembro tanto do senhor quando era pequenininha! O senhor era um pai tão amoroso! Me levava sempre pra andar de carrossel no parquinho de diversões lá perto de casa. Nunca vou esquecer dessa imagem: eu montada no cavalinho e o senhor me olhando, com amor. Eu me sentia protegida quando o senhor estava por perto… O senhor era tão orgulhoso de mim, da sua filha, da sua única filha!”.

“Você foi a minha maior decepção, a minha maior derrota na vida, Laureta! Minha única filha, um monstro, uma psicopata sem sentimento algum por ninguém!”. “Se eu sou assim é porque a vida me transformou nisso. E o senhor sabe muito bem como foi que isso começou!”.

“Quer falar da sua mãe? Ela foi sua primeira vítima!”. “O senhor tá jogando essa culpa pra cima de mim? Ela pirou porque o senhor traía ela! A coitada ficou louca!”. “Foi você que foi lá e contou tudo pra ela!”. “Talvez seja isso que nos una ainda: a culpa!”. “Você nunca mais a viu?”. “Nunca mais”, concluirá Laureta, mantendo o mistério.

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