“Para a gente é uma benção que a nossa música seja uma coisa atemporal”, declara vocalista do Orishas no The Noite

Publicado há 2 anos
Por João Paulo Reis
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Nesta sexta-feira (12), Danilo Gentili recebe no The
Noite
, os integrantes do grupo Orishas. Yotuel
Romero, Roldán González e Hiram Medina falam sobre os shows que
farão no Brasil e o sucesso de sua fusão entre rap e música cubana, que lhes
rendeu a venda de milhões de discos e a comemoração de mais de 20 anos de
carreira.

“Para a gente é uma benção que a nossa música
seja uma coisa atemporal”, declara Yotuel. “Estamos muito orgulhosos do nosso projeto e da nossa família musical”,
diz Roldán. Eles falam sobre as belezas e atrativos de sua terra natal e
exaltam seu povo, dizendo que as pessoas são muito calorosas assim como no
Brasil. “É um povo humilde, que gosta
de festa. Tem muitos pontos em comum com o Brasil”, afirma Hiram.

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Os músicos dizem que demoraram 18 anos para poderem tocar em Cuba, mesmo com o sucesso mundial consolidado, recordando a dificuldade em trabalhar o estilo musical no início. “Hip hop era catalogado como ‘música dos inimigos’, porque era americano. Queríamos falar como os cubanos viviam, as carências e isso não era bem visto”, lembra Yotuel.

Concorrendo ao Grammy Latino, eles falam sobre o último álbum Gourmet (2018) e explicam o porquê do nome: “a música hoje tem muito fast food“, artistas que estão mais preocupados em vender do que qualidade musical. Um “McDonald’s musical”. Em uma brincadeira ao final da entrevista, Murilo Couto aparece para cantar uma música e tentar ser contratado pela gravadora Chancleta Records, que pertence a eles.

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