O Sétimo Guardião: Eurico exige sua porcentagem no acordo com Valentina, mesmo tendo sido expulso da irmandade

Publicado há 2 anos
Por Renan Vieira
Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Em O Sétimo Guardião, na Globo, Eurico (Dan Stulbach) não vai desistir de ser sócio de Valentina (Lilia Cabral). Ele quer sua parte no negócio de exploração comercial da fonte milagrosa. Com isso, ele procurará a empresária para deixar claro sua intenção de não ser descartado. Vale lembrar que ele foi castigado e expulso da irmandade por traição. Confira.

“Eu não sou seu capacho!”, falará Eurico, entrando no quarto da madame. “Que atrevimento é este? Entra no meu quatro sem ser chamado? Eu podia estar em trajes íntimos…”. “Você já me cozinhou em fogo brando muito mais do que devia… Vamos logo acabar com isso!”. “Já que insiste, desembucha! Ainda me serve para alguma coisa… ou foi reprovado no teste de confiança do bloco carnavalesco?”.

Continua depois da publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Veja também: Após castigo, Eurico brocha e frustra Marilda na cama, em O Sétimo Guardião, na Globo

“Não vim aqui pra falar sobre isso!”. “Então, veio pra quê?”. “Pra lhe dizer que continuo seu aliado. Isso é o que importa”. “Pode até importar… Mas não é o bastante. Vai me contar tudo sobre ontem à noite, sim!”. “Contar o quê, por exemplo?”. “Você ainda tem algum poder na escola de samba da Irmandade? Porque eles lhe mandaram botar a mão na água? O que aconteceu quando fez isso?”.

Ainda nesta cena de O Sétimo Guardião

“Já disse que não quero falar sobre ontem!”. “Mas vai falar! Ou quer que chame o Sampaio e mande ele arrancar sua língua e pendurar num poste lá na praça?”. “A água queimou minha mão. Está vendo só como ficou vermelha?”. “Está mais pra roxa. Mas a temperatura da água na fonte é sempre tão agradável…”.

“É… Mas pros traidores é mais quente que os riachos do inferno! Por isso fiquei com a mão nesse estado. Porque traí a Irmandade… Por sua causa!”. “Não venha agora me culpar por suas fraquezas”. “Ninguém tinha desconfiado de mim se você não ficasse por aí, dando bandeira, afrontando Deus e o mundo mesmo quando não precisa! Nunca me deixou fazer as coisas do meu jeito… Porque não consegue controlar sua arrogância. E agora… Quer saber se ainda sou útil pra você? Sou, sim… Mais que nunca!”.

“Sinceramente? Eu não acho. Agora que não faz mais parte da associação carnavalesca…”. “Ainda sou o prefeito! Sou eu quem decide tudo na porcaria dessa cidade!”. “Grandes coisas… E isso me serve pra quê?”. “Pra tudo. Aqui faço o que eu quero! E nesse momento só quero uma coisa: comercializar aquela água de uma vez e chegar a Brasília, sem ter que ficar bancando o guardião da droga de um lençol de água subterrâneo que nem sei se algum dia vai servir para alguma coisa!”.

E mais!

“Finalmente deixou cair a máscara de defensor do bem comum! Agora está falando o idioma que eu entendo”. “Então, trate de me pôr a par da situação neste momento, pois a única coisa que me interessa é pegar os 15% a que tenho direito por conta do nosso contrato!”. “Claro que farei isso… Assim que o Olavo me autorizar quando voltar de São Paulo”. “Ótimo. Aproveite e diga ao seu sócio que, a partir de agora, é só com ele que vou tratar. Cansei de ser manipulado e enrolado por você!”. “Pra falar francamente, não sei se o Olavo”. “A conversa está encerrada!”, concluirá Eurico.

Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Carregar mais