O Outro Lado do Paraíso: Nádia será obrigada a cuidar de Raquel

Publicado há 3 anos
Por Nucia Ferreira
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Apesar de não suportar Raquel (Erika Januzza), Nádia (Eliane Giardini) será obrigada a cuidar da futura nora em breve em O Outro Lado do Paraíso. É que Bruno (Caio Paduan) vai levar a juíza para casa quando ela receber alta do hospital e vai pedir a mãe que a trate como uma princesa. A mulher de Gustavo (Luís Melo) não terá outro jeito se não atender ao pedido do filho.

Antes, porém, Raquel vai passar por uma experiência mística no hospital. Desenganada pelos médicos, que garantem que ela ficará paraplégica, a juíza vai sentir a presença de anjos no quarto. “Eu sinto…uma presença…um toque… Suave. Sinto uma emoção… Eu vejo o rosto de uma mulher”, diz Raquel a Bruno, exatamente no momento em que Mercedes está fazendo orações por ela. Ela começará a rezar com o delegado é sentirá toques na coluna. “Como.se fossem seres de luz, anjos. Sinto uma energia subindo na minha coluna. Minhas pernas… formigaram”, comemora.

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Nem os médicos vão acreditar no milagre quando examinarem a paciente é constataram que ela está tendo reações ao toque na sola dos pés. Em casa, o delegado dará a notícia a família. “Eu tou feliz. A Raquel já superou as horas decisivas, após a operação. Tem mais, ela vai voltar a andar”, conta. “Ah, que bom, eu torci tanto por ela”, debocha Nádia. “Ainda demora algum tempo, vai ter que usar colete, talvez fazer fisioterapia. É um processo lento Ela não pode ficar sozinha”, diz Bruno. “O que isso significa?”, se espanta Nádia. Eu vou trazer a Raquel aqui pra casa. Você, mãe, ajuda a cuidar dela”, diz. ” Cuidar como?”, quer saber a mulher. “Dar comida, banho. A Raquel fica no meu quarto. Quando eu tiver em casa, eu ajudo. Quando não, cê dá uma fugidinha do salão. Cozinha pra ela”, avisa o delegado. “Eu? Servir uma negra?”, Protesta Nádia. “Mãe, eu devia te prender por racismo. Em vez disso, cê serve a Raquel. Ou serve a Raquel ou eu vou embora de casa agora mesmo, e nem venho te visitar. Sumo da tua vida”, ameaça.

Sem ter outra saída, a mulher do juiz vai aceitar a cuidar da futura nora. Quando recebe alta, Raquel vai direto para a casa de Nádia. Bruno avisa a Raquel que ela vai ficar no quarto dele. “Não tem um quarto aqui embaixo? O que eu dormia quando trabalhei aqui? É mais prático”, sugere. ” Imagina, aquele é o quarto da senzala. Desculpe, foi maneira de dizer. O Bruno leva você. Não leva?”, implica Nádia.

Já instalada no quarto do namorado, Raquel vai receber os “mimos” da dona da.casa. “Trouxe um lanche para você. Ouvi quando disse que se sentia uma princesa. Quem diria, não é? Eu, servindo uma negra do quilombo”, deixa escapar a dona do salão. “O mundo dá voltas. Eu sei que não está feliz, dona Nádia, por ter que me suportar. Mas eu vim porque
preciso e porque o Bruno insistiu. Já que estou aqui, vou me cuidar, me recuperar. Ficar boa. A senhora, goste ou não, tem que me engolir. Pode me chamar de negra, eu tenho orgulho de ser negra. A senhora é que não devia ter orgulho por ser racista. Já que estou aqui, espero que cozinhe muito bem. Vai me servir”, desconta Raquel.

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