O Outro Lado do Paraíso: Clara conta verdade para Duda e ela manda: “Foge daqui!”

Publicado há 3 anos
Por Gabriel Vaquer
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Depois de ir parar na casa de Duda (Gloria Pires) após ser salva por Danilo (ator não divulgado), Clara (Bianca Bin) vai contar a verdade e Duda vai manda-lá fugir da sua casa, já que o lugar é perigoso por ficar perto do hospício onde Clara estava internada.

Duda e Clara irão se reconhecer e vão se lembrar de um encontro, dez anos atrás, onde se encontraram num shopping, quando Clara estava prestes a casar com Gael (Sérgio Guizé).

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Em cena que vai ao ar nesta quarta-feira (29) em O Outro Lado do Paraíso, Duda acolhe Clara em casa. As duas se reconhecem. Duda apresenta o banheiro e manda ela tomar banho. Lhe dá roupas íntimas, roupas normais e pede que ela tome banho de água quente.

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Ao entrar no banheiro, Clara abre os documentos que Beatriz assinou para ela ter direito aos quadros milionários. Ao notar que estão intactos, ela respira fundo e celebra dentro de si.

Ao sair do banho, Clara vê uma sopa feita por Duda. De repente, um som toca. É a sirene do hospício que fica perto dali. Clara fica paralisada. “Sempre tocam essa sirene quando um louco foge do hospício. São uns desesperados que se atiram do penhasco. Nenhum chegou até aqui. Nenhum”, diz Duda.

Com muito medo, Clara fala: “Eu não sou louca!!!”. Duda nota e pergunta como Clara foi parar no mar. Ela tenta falar a mesma história que contou para Danilo, mas Duda corta na hora.

“Se um barco turístico estivesse afundado, todo mundo tava falando. Ainda mais aqui”, fala Duda. “Eu vim de outra ilha”, responde Clara, ainda tentando manter a história. “A gente não tá numa ilha”, diz Duda. As duas se encaram e Clara tenta convencer Duda que não é doida.

“Eu não sou doida. Lembro quando a conheci. Eu estava recém-casada, nem sabia fazer compras. Você me ajudou a escolher vestidos lindos, sapatos, que até minha sogra aprovou. Você era rica, elegante. Diferente. Mas é a mesma pessoa. Seu nome era… Eu vou lembrar…”, diz Clara.

“Eduarda. Duda”, responde a ex-socialite. “Duda?”, fala Clara, certa de que o nome da pessoa que está em sua frente era outro. “Meu nome não importa agora. Nem meu passado. Fui rica, sim. E lembro muito bem da jovenzinha do…”, responde Duda. “Tocantins!”, completa Clara.

As duas acabam se entendendo, mas a sirene toca mais uma vez, e Duda pergunta: “Como a jovenzinha tímida, mas rica, apareceu aqui, agora, em plena noite? Molhada, salva de um afogamento, enquanto a sirene do hospício avisa que fugiu um louco? Ou uma louca?”.

Clara então, decide contar a verdade: “Não sou louca! Vou dizer a verdade. É melhor. Fui internada. Contra a minha vontade. Meu marido me batia. Minha ex-sogra descobriu que as terras que me pertenciam tinham esmeraldas. Ela conseguiu me interditar, com a ajuda de corruptos, e me internou lá, de onde vem a sirene. Passei tantos anos presa… Uma amiga já falecida me ajudou a manter o equilíbrio. Lutei tanto pra sair de lá. Hoje vi a morte. Vi a morte, entende? Mas consegui chegar aqui. Vai me denunciar?”.

Duda acredita na menina, por já ter visto a maldade de perto, se lembrando de tudo que sofreu. “Teve sorte em fugir. Às vezes penso que meu próprio mundo, o mundo que me encerrei, é um hospício. Mas deste não tenho esperança de fugir. Só quando bebo. Aí esqueço”.

A sirene toca de novo e Duda manda: “Tome essa sopa depressa. Recupere as forças para ir embora daqui já”. “Embora?”, fica sem entender Clara. “A sirene toca avisando que um louco fugiu. Por melhores que sejam, as pessoas te acharam vão comentar com algum idiota que acredita que se um louco fugiu, tem que ser devolvido. Um idiota que vai querer te levar de volta, achando que faz um bem para a sociedade. Nesta cidade, a conversa corre depressa. Amanhã de manhã, todo mundo já vai saber que você tá aqui”, explica Duda.

Para ajudar, Duda age rápido. Coloca roupas e empresta dinheiro para Clara. Ela reluta, mas aceita. Depois, ela leva a jovem para um lugar cheio de caminhoneiros e diz que Clara vai para o Rio de Janeiro. Um motorista diz que dará carona para ela. A mocinha fica emocionada e Duda também. “Você fez muito por mim”, diz Duda.

“Nos encontramos duas vezes em situações tão diferentes… Quem sabe a gente se vê no Tocantins. Aproveita e dorme no caminho. Sei que tá cansada”, completa Duda. “Adeus”, diz Clara, emocionada. “Adeus, Clara”, responde Duda. Mal sabem elas como o destino das duas ainda irão se encontrar.

O Outro Lado do Paraíso vai ao ar diariamente, depois do Jornal Nacional.

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