No SP1, Marcos Caruso fala sobre trajetória na carreira: “O que falta para eu fazer é o próximo trabalho”

Publicado há 2 anos
Por João Paulo Reis
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O ator Marcos Caruso participou neste sábado do SP1. A fim de divulgar sua peça O Escândalo de Philippe Dussaert, em cartaz em São Paulo, ele falou sobre o espetáculo e foi questionado pelo âncora e jornalista Carlos Tramontina, sobre mentiras, um dos temas do monólogo.

“Na peça, você diz que em cima do palco, o ator é o único que pode mentir. E político? Pode mentir?”, perguntou Tramontina. “Político pode, mas tem que medir as consequências. É com palavras que mentiras são fabricadas todos os dias. As pessoas manipulam palavras, fabricam mentiras e são grandes artistas. Artistas da mentira. E digo que a mentira só pode ser elaborada pela arte. É o teatro, cinema, artes plásticas e literatura. Então, não vamos deixar que mintam para a gente fora do teatro”, explicou ele aos risos.

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Marcos Caruso fala sobre extensa carreira

O jornalístico exibiu cenas do ator na Escolinha do Professor Raimundo. E destacou ainda a semelhança física de Caruso com Orlando Drummond, intérprete do personagem Seu Peru, na primeira versão. “Toda a Escolinha, todos os atores conseguiram interpretar esses personagens e ficarem parecidos. Claro que isso se deve muito à caracterização da Globo que é fantástica, mas todos nós conseguimos chegar bem perto daquilo que eram os nossos mestres”, comentou o ator.

Marcos Caruso tem uma carreira longeva, com 45 anos de experiência no teatro, mais de 30 produções para a TV, e escreveu a peça Trair e Coçar É Só Começar, em cartaz há mais de 30 anos. Carlos Tramontina perguntou a ele, o que ainda falta em sua carreira: “O que falta para eu fazer é o próximo trabalho, porque me meto em tudo. Faço teatro, já escrevi novela, faço roteiro de cinema, já dirigi televisão e quero o próximo desafio, que está próximo. Vamos esperar até novembro, que vocês vão me ver no ar.”

Apesar de estar sozinho no palco, Caruso não considera que sua peça seja um monólogo, pois segundo ele, conversa o tempo inteiro com o público. Ele contou que faz questão de receber todo os seus espectadores ao final da peça e já que já milhares de apertos de mãos.

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