No ar em Malhação, Eike Duarte é destaque no elenco Se Eu Fechar os Olhos Agora: “Divisor de águas”

Publicado há 2 anos
Por Felipe Brandão
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As fãs de Eike Duarte não terão de esperar muito para voltar a vê-lo na telinha após o desfecho de Malhação: Vidas Brasileiras. O intérprete de Álvaro retorna à grade da Globo no dia 15 de abril, agora na faixa das 23h, como um dos destaques do elenco de Se Eu Fechar os Olhos Agora, nova minissérie nacional do canal carioca.

Eike, na verdade, rodou a obra escrita por Ricardo Linhares quase um ano antes de entrar na atual temporada de Malhação. “Sempre me disseram que Malhação era a escola da televisão brasileira, e eu nunca entendi o porquê. Hoje, porém, posso dizer que recebi esse ‘diploma’. A quantidade de cenas que a gente grava é muito maior do que uma novela das nove ou qualquer outro trabalho. Gravamos até 27 cenas por dia. É cansativo, mas ao mesmo tempo é algo glorioso”, conta o bonitão, que estreou na TV aos 11 anos, como filho de Grazi Massafera em Negócio da China (2008).

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À época, o jovem de 22 anos vivia um período difícil na carreira, tendo sido reprovado em vários testes – inclusive para a própria Malhação. “Foram 8 anos tentando fazer Malhação antes de conseguir entrar. Inclusive, eu estava esperando a resposta de um teste para a novela quando soube que havia sido escalado para a minissérie. Foi um presente enorme para a minha carreira, para a minha vida mesmo”, acrescenta Eike.

O rapaz, inclusive, não poupa elogios à qualidade de Se Eu Fechar os Olhos Agora. “É um divisor de águas na minha carreira, porque é um projeto enorme. Tudo impecável, da dramaturgia à parte técnica… São muitos detalhes, todos eles enriquecedores e que ajudam a contar essa história fantástica”, derrete-se. Seu personagem na história é Antônio, espécie de bad boy da fictícia cidade de São Miguel, palco da saga.

Papel complexo

“Ele é um cara de coração bom, mas teve uma criação muito ruim por parte do pai [Joel, de Paulo Rocha]. O Antônio tem dois lados: em casa, com o irmão, é mais afetuoso, companheiro; mas na rua, segue a linha do pai, é racista, preconceituoso. É engraçado, porque a minissérie se passa nos anos 1960, mas poderia se passar nos dias de hoje. Fala em racismo, machismo, feminismo, até em feminicídio!”, observa.

Eike, aliás, faz questão de enaltecer a parceria com o ator português Paulo Rocha, que interpretou seu pai na minissérie. “Paulo foi meu pai, na ficção e na vida real. Esse trabalho nos trouxe um laço afetivo muito forte, que não perdemos após o fim das filmagens. Criamos ali uma conexão que temos até hoje. Os estúdios de Malhação são bem próximos de O Sétimo Guardião, então atualmente nos vemos o tempo todo. Ele é um ator que me inspira demais. Admiro-o demais!”

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