“Eu fiquei marcado como cafetão”, brinca Oscar Magrini sobre O Rei do Gado no The Noite

Publicado há um ano
Por Gabriel Vaquer
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Conhecido por fazer vários trabalhos em novelas da Globo e de outras emissoras, o ator Oscar Magrini foi o convidado desta terça-feira (06) do programa The Noite, apresentado por Danilo Gentili no SBT. Na conversa, Magrini deu risada da fama de ‘cafetão’ que lhe impõem por causa de um de seus papéis mais marcantes.

Magrini foi o ínterprete do vilão Ralf, de O Rei do Gado, produzida em 1996 pela Globo. Ele estava previsto para ficar por apenas trinta capítulos na novela de Benedito Ruy Barbosa, mas por conta da aceitação do público adulto e até de crianças, ele continuou na trama por mais tempo.

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“Eu fiquei marcado como cafetão, porque o Ralf de O Rei do Gado marcou muito. Eu só teria uns 30 capítulos para fazer. Pedi mais, mas disseram que eu ia morrer lá pelo capítulo 50. Mas foi passando, foi chegando mais capítulo e eu só fui morrer no capítulo 135”, explicou ele.

“Me mantiveram no ar porque fiz sucesso com homem, mulher e criança. Criança gostou de cafetão, veja só você (risos). Depois mataram o meu personagem e fizeram um ‘quem matou Ralf?’. E isso ficou até o final da novela. Foi muito impressionante”, confessou Magrini.

Além disso, o ator disse que é muito procurado por mulheres com 30 anos para tirar selfies. Só que elas não querem fotos para elas, e sim para as suas mães. Magrini diz que tem uma explicação para isso: os papéis que fez nos anos 90 foram muito marcantes.

“Tem mulheres bonitas, com 29 anos, 30 anos. Todas bem novinhas, gostosonas, com tudo em cima. Elas chegam pra mim e pedem para fotos dizendo que a mãe delas me adoram. (risos). Mas é porque, quando fiz papéis marcantes nos anos 90, a mãe delas tinham 30 anos”, concluiu Oscar Magrini.

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