Entre terror e drama, Desalma quer marcar e fazer algo diferente na dramaturgia

Publicado há 10 meses
Por Gabriel Vaquer
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O diferencial de Desalma será transitar entre o drama psicológico e o terror. Pelo menos é o que dizem os responsáveis pelo programa, que é a principal aposta do GloboPlay para 2020. O programa estreia em março do ano que vem na plataforma.

Nesta sexta (6), no auditório principal da CCXP 2019, o elenco e a direção discordaram sobre o tom. Maria Ribeiro, uma das protagonistas, falou que a série é bem pesada e que ela teve dificuldades para dormir normalmente depois das filmagens.

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“Eles ficam falando que é um drama sobrenatural, que não é tão assustadora, mas é assustadora, sim. Eu não consegui dormir normalmente depois de fazer. Ficou uma série bem legal, acho que vamos fazer o GloboPlay bombar”, confessou Maria.

Carlos Manga Júnior, diretor do programa, insistiu no drama sobrenatural e contou que trabalhou bastante com referências pelo terror. “É um drama, que até vai para o terror, mas não estamos definindo como uma série de terror. Tem muitas referências, porque todos nós temos um lado geek. Cresci vendo O Iluminado, por exemplo. Quando podemos fazer algo próximo do que crescemos vendo, é muito melhor”.

Cláudia Abreu falou de sua boa impressão do elenco jovem de Desalma, aposta do GloboPlay

Cassia Kis e Nikolas Antunes na série Desalma (Divulgação/TV Globo)

Cláudia Abreu, ovacionada pelo público, disse ter ficado encantada principalmente com o elenco jovem da série. Experiente, Cláudia contou que poucas vezes viu novatos com tanta vontade. “Tem um time novo, novos atores que vocês ainda não conhecem, que tem trabalhado de forma incrível. Eu estou muito feliz com a série, com o trabalho que a gente se propôs a fazer. É diferente, nem melhor nem pior. Mas bem diferente”, disse Cláudia.

Desalma conta a história de uma mulher que começa a ver pessoas mortas. Tal pessoas são fruto de um assassinato que ocorreu no interior do Paraná. Bruxas, magia negra e tudo de sobrenatural será mostrado. “Não queremos assustar ninguém, mas a história é para impactar. É um programa que veio em um momento muito legal da minha vida”, diz a autora da série, Ana Paula Maia.

Desalma pode mudar o GloboPlay de patamar? Para Maria Ribeiro, sim. “É uma série que deu muito orgulho. É diferente. Não queremos ser pretensiosos, mas vai bombar”, diz ela. Será que é verdade? Só saberemos em março.

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