Danilo Gentili entrevista Herbert Richers Jr. no The Noite

Publicado há 2 anos
Por João Paulo Reis
Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Nesta segunda-feira (13), Danilo Gentili conversa com Herbert Richers Jr. no The Noite. Ele fala sobre a fama do nome que herdou do pai e a curiosidade que sempre despertou nas pessoas: “tinha toda uma mítica. Lembro na época do finado Orkut que tinham comunidades com “quem é Herbert Richers?””.

O convidado também conta como o pai começou na área do entretenimento e recorda: “papai começa a vida dele como laboratorista, revelando filmes. Começou com 17 pra 18 anos… Começou a se interessar por fotografia e virou fotógrafo de cinema”. Sobre ter crescido nos estúdios, ele relembra um episódio inusitado que viveu quando tinha cerca de quatro anos.

Continua depois da publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Leia também: Paolla Oliveira posa com o pai e se declara

“Eu não sabia o que era cenário, era pequenininho e fiquei com vontade de ir no banheiro. Achei um e usei, mas não tinha água. Aí vieram os caras dizendo “quem usou o banheiro?!”. Aí passei a ter muito medo de cenário. Olhava pra cima para ver se tinha teto e batia pra ver se tinha barulho de madeira”, conta.

Já sobre sua relação com o empresário, Herbert declara: “papai era muito carinhoso. Era uma delícia de pai”. E diz como Herbert Richers começou no ramo da dublagem: “papai tinha os estúdios de dublagem porque os filmes brasileiros ele produzia muito, oito por ano, e tudo que era em externa era dublado, porque o som direto era muito ruim”.

Leia também:Susana Werner posa plena de biquíni para se despedir de Búzios

Encontro de Herbert Richers com Walt Disney

Segundo ele, quem convenceu seu pai a começar a fazer dublagens para televisão foi ninguém menos que Walt Disney. “Eles eram amigos. Ficaram amigos quando ele veio para cá fazer aquele filme onde inventou o Zé Carioca, foi nos anos 40. Papai falava inglês e foi designado para recebê-lo”.

A respeito do fim das atividades dos estúdios, Herbert lamenta: “essas empresas acabaram porque, da maneira como estavam montadas, a coisa trabalhista é impossível. A gente perdia filmes para concorrência com os nossos dubladores. Que estavam contratados. Porque o contratado é mais caro pra quem contrata do que o outro que é eventual. Isso é surreal e comeu as empresas por dentro”.

E mais: o programa faz uma homenagem aos pais do elenco e traz um “Leite Show” especial com a temática da data comemorativa.

Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio