Com morte de Júlio, Antonio Calloni faz balanço do personagem de Éramos Seis

Publicado há um ano
Por João Paulo Reis
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A participação de Antonio Calloni em Éramos Seis está chegando ao fim. Por exatos dois meses, ele viveu Júlio, o patriarca da família Lemos na trama. Com bom coração, o homem, que cometia lá seus erros, fez de tudo para tentar dar uma vida confortável a seus filhos, e aumentar seu poder aquisitivo numa época em que não existiam sequer leis trabalhistas.

Depois de passar mal por não se cuidar durante o pós operatório, Júlio acaba precisando de uma transfusão de sangue. Alfredo (Nicolas Prattes) é o único filho compatível, e sentindo-se culpado pois havia brigado com o pai no mesmo dia, ele acredita que poderá salvá-lo, mas o homem acaba morrendo na frente da família, numa cena que promete ser de muita emoção.

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O ator falou sobre como foi interpretar Júlio, um personagem tão famoso tanto na dramaturgia, como na literatura.

Como foi para você a repercussão de interpretar este personagem?

Cheguei a ouvir de pessoas que elas gostavam do Júlio, mas não gostavam de gostar dele. A repercussão foi muito bacana, mas sinto uma dificuldade geral, no Brasil e no mundo, de não se enxergar todas as nuances que existem sobre as coisas e principalmente sobre as pessoas. Entre o bem e o mal existe uma gama de possibilidades. O Júlio amava a família, era profundamente apaixonado pela esposa e queria dar à Lola e aos filhos uma vida melhor. Mas cometia erros, seja indo ao cabaré ou sendo agressivo com os filhos. As pessoas erram desde que o mundo é mundo.

Como foi a experiência de gravar com as crianças e com elenco jovem, que são os filhos de Júlio na primeira e segunda fase?

A gente sempre fala que ensina e aprende ao mesmo tempo. Essa é mais que uma frase feita, é uma verdade que só quem trabalha com isso pode entender. O aprendizado é constante. As crianças vêm com outra bagagem, outro repertório e isso é sempre surpreendente e estimulante. Ver as crianças com esse frescor e essa vontade de trabalhar é muito bom. E foi um imenso prazer ver os filhos de Júlio crescidos e trabalhar com este elenco jovem.

Qual é o sentimento de se despedir da novela?

Gosto de dizer que essa é uma novela com gosto de bolo de chocolate e cheiro de cafezinho quente. Ganha pela simplicidade e pela emoção. Vou sentir saudade do trabalho, pois a equipe é muito bacana, o elenco também e os diretores são fantásticos.

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