Atriz Maria Ribeiro e diretora Laís Bodanzky comentam detalhes de Como Nossos Pais no Conversa com Bial

Publicado há 3 anos
Por Endrigo Annyston
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“Como nossos pais” tem tudo para representar bem o cinema brasileiro em terras estrangeiras. Ao fazer uma reflexão sobre pressão e culpa em torno das mulheres, o filme será lançado apenas nesta quinta-feira, dia 31, mas já acumula seis estatuetas do Festival de Cinema de Gramado — entre eles a de melhor filme, direção e atriz. “Eu só penso na roupa que eu vou usar no Oscar”, brinca a protagonista Maria Ribeiro no ‘Conversa com Bial’ que vai ao ar nesta quarta-feira, dia 30. A diretora do projeto, Laís Bodanzky, reafirma no programa a importância de tratar da temática feminista nas telonas. “A gente está bem servido de diretoras e roteiristas mulheres. Somos poucas mas fazemos muito barulho”, analisa. A atração conta também com a escritora Tati Bernardi.

Maria descreve a história como guiada por “uma mulher, mãe de duas filhas, querendo começar de novo no segundo tempo da vida”. Raiva e ressentimento nas relações familiares e a transmissão de valores conservadores de gênero entre pais e filhos são alguns dos assuntos abordados no longa. “Eu queria a Maria no papel principal desde o início”, explica Laís, que assina a quarta obra cinematográfica de sua carreira. “A Maria tem uma força, um tônus na vida, e queria que ela trouxesse isso para o personagem. De levar porrada, levantar e dizer que não aceita isso”, diz. A amiga, que até então só havia trabalhado com diretores homens, agradece: “É um filme que não poderia ter sido escrito de outra forma, apenas por uma mulher”.

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Tati Bernardi, que elabora histórias com nuances feministas, diz que já assistiu ao filme e que vê a relação com sua mãe descrita nele. “Tem um momento em que a protagonista corta relações com a mãe e, depois de cinco minutos, está de volta. Eu sou assim também. Quando minha mãe quer fazer um programa ruim, eu vou com ela. E assim vai”, declara.

Exibido após o ‘Jornal da Globo’, ‘Conversa com Bial’ tem direção artística de Monica Almeida e direção de conteúdo de Ingo Ostrovsky.

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