Âncora da CNN Brasil surpreende, usa seu lugar de fala e explica racismo estrutural

Jornalista do Visão CNN reflete sobre o preconceito contra a etnia

Publicado há 7 meses
Por Renan Vieira
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A jornalista Luciana Barreto usou seu espaço de fala para avaliar o racismo estrutural que existe no Brasil, em seu jornal na CNN Brasil. O momento ocorreu depois da polêmica envolvendo o conceito da palha de aço Krespinha, da Bombril, apontada como racista nas redes sociais.

“Posso dizer que qualquer pessoa, branca ou negra, sabe que chamar o cabelo de meninas negras na escola de Bombril era muito comum como ofensa. Então, meninas negras ressignificam a palavra. Passou a ser cabelo crespo”, afirmou a apresentadora do Visão CNN.

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E continuou surpreendendo: “Agora as pessoas voltam a ser ofendidas por ter seus próprios cabelos, que são da sua natureza, com uma forma de pejorativa de ser chamado. Isso faz parte do racismo estrutural”, explicou a jornalista, que pediu às pessoas para pesquisarem e lerem sobre o termo, que explica as nuances do preconceito no Brasil”.

Logotipo do Visão CNN, da CNN Brasil (Reprodução)

No final, Luciana, que é negra, deixou uma reflexão emocionante: “Agora as pessoas voltam a ser ofendidas por ter seus próprios cabelos, que são da sua natureza, com uma forma de pejorativa de ser chamado. Isso faz parte do racismo estrutural. Não é permitido racismo, porque é crime”.

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