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Com cobra no palco, Regina Volpato se assusta e dá berro no Mulheres

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Na edição da última sexta-feira (5) do Mulheres, vespertino da TV Gazeta, o formato recebeu a bióloga e dançarina Giselle Kenj, que fez uma apresentação no palco do programa com uma cobra píton.

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Em certo momento, Regina Volpato, apresentadora da atração que desde o início demonstrou apreensão por causa do animal, levou um grande susto e gritou ao ser tocada por um funcionário da produção, que tentava entregar um microfone.

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“Que susto! Anos de jornalismo para fazer isso ao vivo”, afirmou a comunicadora, que causou risos. No Instagram, a estrela se pronunciou. “Assustou, benhê?! Muito obrigada Giselle pela paciência e generosidade. Perdão pela minha falta de jeito… Parabéns pelo belo trabalho”, escreveu Volpato.

Assista:

Regina Volpato faz discurso empoderador ao rebater críticas por causa do cabelo

Na edição do dia 9 de janeiro do Mulheres, Regina Volpato agradeceu as mensagens que recebeu pela estreia no comando do vespertino da TV Gazeta e aproveitou para rebater as críticas que recebeu por causa do cabelo cacheado.

“Eu entendo tanto as pessoas que elogiaram, quanto as pessoas que não gostaram muito, que acharam esquisito. É que é o seguinte: quando a gente vê uma coisa sempre do mesmo jeito, ‘esse jeito’ passa a ser o certo, e tudo que for diferente causa uma certa estranheza. Durante toda a minha vida profissional, eu trabalhei usando o meu cabelo liso, com escova. Na minha vida pessoal eu sempre fui assumida e usei o meu cabelo natural que é assim, crespo”, contou a apresentadora.

“Ocorre que há algum tempo, eu resolvi ficar em paz comigo e me aceitar. Aceitar o meu jeito, aceitar o meu corpo, aceitar o meu cabelo. E olha, eu te garanto: a vida depois disso ficou muito mais leve depois que eu me libertei. Por que não usar o meu cabelo como ele é? Por que ceder à pressão e tentar ser diferente do que eu sou? O que há de errado em ser eu mesma?”, questionou a famosa.

“Porque só o liso é que é bonito, é o que é permitido? Nada contra as lisas, pelo amor de Deus, mas eu acho que nós mulheres temos que nos libertar e sermos lindas do jeito que somos. A vida pode e deve ser mais leve e mais simples. Independente do cabelo, da forma física, da cor da pele, da orientação sexual. A aceitação começa por mim mesma. Assumir o meu cabelo, assim crespo, foi libertador, foi uma conquista. Portanto, crespas, lisas, cacheadas, onduladas, não importa, somos todas lindas do jeito que somos. Sempre lindas, sempre mulheres”, concluiu Volpato.

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