“O medo é desmaiar lá no palco”, afirma Sérgio Guizé sobre apresentações no PopStar

Publicado há 2 anos
Por Henrique Carlos
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Após o término de O Outro Lado do Paraíso, o ator, cantor, compositor e guitarrista Sérgio Guizé está de volta a TV. E dessa vez como um dos participantes do reality show PopStar, que retorna para a sua segunda temporada no dia 16 de setembro. Sérgio que participará do programa junto com a sua banda, revelou em entrevista que não é uma pessoa ‘digital’ e nem pretende ser, pois prefere contato com os fãs pessoalmente.

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Como é que você está se preparando para a estreia?

“Ensaiando muito com a banda. A gente tem se divertido bastante, somos grandes amigos e eu tenho aprendido muito. A gente vem para cá, suga um pouco de todo mundo, vai para casa, ensaia e estamos esperando o primeiro programa”.

Você tem algum medo?

“O medo é desmaiar lá no palco, sair correndo, ligar para a minha mãe. Mas na verdade a gente está vindo descompromissado mesmo para se divertir e divertir o público. Eu acho que o mais importante é a comunicação com o público, com a plateia e com o pessoal de casa. Em 17 anos com a banda, a gente sempre tocou em muitos lugares. Sempre com um público mais intimista. Então essa comunicação é muito importante para a gente. Fazer as pessoas se divertirem, e agora são 30 milhões de brasileiros assistindo e torcendo para os outros talentos, a gente acaba pegando essa energia”.

Sérgio Guizé fala sobre o trabalho com sua banda

E o repertório?

“O repertório é música popular brasileira. São grandes artistas que fizeram parte da nossa vida. Eu escolhi o repertório com a banda, algumas músicas, que marcaram gerações e dialogam muito com o momento que a gente está vivendo hoje”.

Alguém da sua banda vai estar com você no palco?

“Todos. Somos em cinco”.

Você é um ator de novela das nove, todo mundo te conhece e gosta de você. Como músico você falou que toca na cena underground paulistano, algo mais reservado. Por que mostrar o Sérgio Guizé cantor para o país inteiro?

“Na verdade, eu sempre fui do underground paulistano. Eu fazia teatro lá e de lá que me chamaram para trabalhar aqui. De lá também chamaram a minha banda para participar do PopStar. Eu não me considero cantor, eu me considero artista e acho que o artista pode fazer qualquer coisa que ele quiser. Ele fica lá estudando e faz. Não acredito nisso de a arte ser julgada, a gente está fazendo isso para se divertir, é uma celebração mesmo de quase duas décadas de banda, seria injusto eu não estar aqui com eles, eu estou aqui por conta deles”.

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Sem Instagram

Você não é tão digital, como é que vai ser engajar os seus fãs para votar em você?

“Zero digital. Eu acho que tem que ser de coração, quem quiser votar, vote. O meu Instagram é [gerido pela] minha empresária e a minha banda. Eu nunca tive nenhum aplicativo. Eu acredito muito no olho, no coração e até porque eu já tentei fazer isso na verdade, até porque tem fã clube que eu até conheci as pessoas, eu não sei direito quem são as pessoas, mas eu conheci e são pessoas que vem com amor, com uma energia boa. Eu queria ter essa habilidade, eu tentei ter um Instagram há 4 anos atrás, fiquei uma semana porque eu enlouqueci. Eu vejo a galera falando essa coisa de haters e eu não manjo, prefiro o pessoal que me liga e fala que estava muito legal, parabeniza e tem as pessoas que eu encontro na rua”.

Vida fora do Rio de Janeiro

E como estava a vida em Indaiatuba?

“Muito boa. Eu vivo mudando, por conta do meu trabalho como ator, do teatro. Eu fiz filmes fora, em alguns países. Eu já fiquei um tempo na França, em Portugal e aí fui fazer filme e fiquei cinco meses em Minas. Eu sou de Santo André e morei um bom tempo no Bixiga, em São Paulo. Venho para o Rio de Janeiro, faço uns trabalhos e volto, eu nunca tive uma base por aqui, sempre foi a Rede Globo que me deu uma base aqui”.

*Entrevista feita pelo jornalista André Romano

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