Letícia Spiller retoma parceria com Aguinaldo Silva em O Sétimo Guardião e afirma sobre personagem: “Capaz de tudo pela vaidade”

Publicado há 2 anos
Por Cadu Safner
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No dia 12 de novembro a Rede Globo estreia a novela O Sétimo Guardião. A trama conta com um elenco de grandes estrelas, e um dos principais nomes é Letícia Spiller. A atriz retoma a parceria com o autor Aguinaldo Silva após 13 anos da novela Duas Caras.

Spiller será intérprete de Marilda, uma mulher vaidosa que fará uso – às escondidas – da poderosa água da fonte de Serro Azul. Em entrevista ao Observatório da Televisão, a atriz falou sobre a personagem e expectativas com a novela. Confira:

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Veja também: José Loreto retorna às novelas como bad boy que vive entre o bem e o mal: “Um baita personagem”

O que podemos esperar da sua personagem?

“Tudo pode acontecer na novela. A Marilda não é boazinha, mas também não é má. É uma pessoa que tem um ego muito grande, uma vaidade muito grande. Então a gente não sabe do que essa pessoa é capaz. Ela é capaz de tudo para ir em busca da beleza. Eu acho que nem ela sabe que a fonte é o tal segredo que eles (guardiões) tem em dias de reuniões. Porém os guardiões são muito secretos. Ela é mais velha que a personagem da Lilia Cabral, mas, se mantém jovem por causa da água da fonte”.

“Para tudo tem que ter um equilíbrio”, diz Leticia Spiller sobre relação com a vaidade

Ela é uma das personagens que faz mais uso da água da fonte. Como vai ser isso?

“Sim, ela descobriu a fonte sozinha. Ninguém sabe que ela se banha lá, é um segredo dela que vai ser descoberto”.

Você é uma mulher muto bonita. Qual a sua relação com a vaidade?

“Eu acho que tudo tem um limite. Para tudo tem que ter um equilíbrio. O tempo passa para qualquer um, e o mais importante afinal é a gente buscar prazer nas coisas que a gente faz. O espelho é uma ilusão. Tento estar bem por dentro antes de qualquer coisa”.

Vocês artistas vivem uma cobrança pela imagem. Como você lida com isso?

“Olha, é quase uma regra estar sempre bem nesse meio. De vez enquanto a gente tem nosso momento de enfiar o pé na jaca, ninguém é de ferro. Eu, por exemplo, sou a louca do doce. Eu preciso de um açúcar para ficar feliz, a mesma coisa com o café”.

A atriz revela suas maiores inspirações quando o assunto é vaidade

Tem alguma mulher em quem você se inspira e que você considera que parou no tempo, assim como a sua personagem?

“A Nicette Bruno. Ela é fantástica! Eu quero ficar assim como ela. Além de ela ser maravilhosa, como atriz e ser humano. Mas eu também me inspiro na Fernanda Montenegro. Desde que a conheci batendo perna em Paris, ela já tinha uma certa idade, não sei como ela consegue. Eu dando de mamar, super cansada, não conseguia acompanhar o ritmo dela. São mulheres que me inspiram muito, e estão aí firmes e fortes mesmo com os efeitos do tempo. São maravilhosas”.

Como você se cuida?

“Eu tomo muita água, procuro fazer exercícios e yoga. São coisas que me ajudam muito. Tem a alimentação também. Num geral eu não sou radical, eu como de tudo”.

Você já trabalhou bastante com o Aguinaldo. Como foram os trâmites para mais esta parceria?

“Acho que foi uma ideia dele mesmo. Junto com o Papinha eles me convidaram para a personagem. Eu fiz um acordo com a casa de ficar um ano sem fazer novelas, eu estava emendando sete novelas. Acabei voltando antes, por causa disso. Eles me convidaram e são pessoas que são amigas. Nunca tinha trabalhado com o Papinha, e sempre que o Aguinaldo me chama é uma festa para mim”.

Trabalhos paralelos

Você tem rodado filmes e feito trabalhos paralelos, como tem sido isso?

“Eu estou correndo atrás de captar recursos para um longa que eu vou produzir. Um outro que já está pronto e se chama Eu sou Brasileiro. Tem o Daniel Rocha como personagem central. Ele sofre um acidente, entra em coma e mostra como ele vai lidar com essa frustração. Falamos de opressão, capitalismo, é a história de um brasileiro que eu acredito que muitos irão se identificar. O que é mais legal nisso tudo é gerar trabalho. Por mais que eu estivesse exausta, eu vou feliz por estar gerando trabalho, realizando uma coisa, movimentando uma cidade, porque a figuração foi toda de lá, fizemos estágios em todas as áreas com pessoas de lá”.

*Entrevista feita pelo jornalista André Romano

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