Diretora artística de Juntos a Magia Acontece, Maria de Médicis fala sobre o especial: “O público vai se emocionar”

Publicado há um ano
Por Renan Vieira
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Maria de Médicis queria ser diplomata. Aos 18 anos foi aconselhada pelo próprio pai a fazer teatro. Na CAL formou-se atriz e, como bem observaram seus professores da época, tinha o costume de ver suas personagens pelo lado de fora, e não por dentro, como é o trabalho de quem interpreta. Por isso, começou a trabalhar como assistente de direção em teatro. Há 26 anos, foi convidada por Mauro Mendonça Filho a ir para a TV.

Na Globo, estreou como auxiliar de produção em Memorial de Maria Moura (1994), e, depois de anos como produtora, se tornou assistente de direção. Não tardou para formar com Dennis Carvalho umas das parcerias mais longevas da TV. São cerca de 15 anos juntos. Os dois já dirigiram as novelas: Como uma Onda (2004), Paraíso Tropical (2007), Insensato Coração (2011), Sangue Bom (2013), Babilônia (2015) e Rock Story (2016).

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Desde que se tornou diretora em 2001, Maria fez 15 novelas e as minisséries JK (2006) e Queridos Amigos (2008). Segundo Sol (2018) foi sua quinta novela como diretora-geral. E Juntos a Magia Acontece, que vai ao ar em 25 de dezembro, depois de Amor de Mãe, marca a estreia de Maria como diretora artística. 

O que o público pode esperar dessa história?

Acho que o público
vai se emocionar, porque a história fala de dores e amores que todos nós
conhecemos, de uma família que se une novamente, de perdas, de reencontrar uma
magia, e isso através das crianças. O Orlando (Milton Gonçalves) é um avô que
reaprende a olhar o mundo através da neta Letícia (Gabriely Mota). E ela também
vai aprender muito sobre a vida através da sabedoria desse avô.

Qual a mensagem dessa história? 

A mensagem é você
ouvir quem você ama e, a partir dessa escuta, realinhar os afetos. O especial
fala para a gente ter um Natal mais gostoso, com amor, da gente estar junto, de
doação. Um Natal para sermos mais solidários. 

Por que a magia de acreditar tem o poder de transformar vidas?

Porque a gente não
atravessa a rua, se a gente não acreditar. Se eu não acreditar no que eu quero
fazer, eu não acordo de manhã, eu não me visto. Quando eu acredito que eu posso
mudar o mundo, que eu posso amar, que eu posso ser feliz, aí o mundo
existe. 

O que mais chamou a sua atenção no texto da Cleissa?

O encontro com a Cleissa foi muito rico. Ela me traz um diálogo que não
é o meu. Eu sou uma diretora branca, a Cleissa me mostrou um mundo que é mais distante
do meu. Eu tive muito essa preocupação de ser aliada dela e escutá-la. A minha
direção nesse especial tem mais escuta: eu ouvi a Cleissa, o elenco, a Kenia
Maria, minha consultora… E fiz questão que ela acompanhasse todas as
gravações, porque eu não queria cometer erros, não queria que ficasse alguma
coisa do olhar de fora, sem sentimento.

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