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Quase cinquentões, Chaves e Chapolin impressionam pela fidelidade e renovação do público

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Na década de 1980, Silvio Santos apostou em uma atração que se tornou coringa na programação do SBT, o Chaves.

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O seriado do menino do barril virou um fenômeno, agradando crianças, jovens e adultos. Não por acaso, a atração sobrevive desde então na grade da emissora, saindo do ar em poucas ocasiões.

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E justamente nesses momentos em que Silvio decide dar um descanso ao programa, é que os fãs fazem muito barulho, protestando contra a atitude.

Enquanto isso, Chapolin não repetiu o mesmo feito no SBT, no quesito audiência, mas também possui uma legião de fãs, que hoje se esbalda com o polegar vermelho finalmente voltando ao ar e tendo o merecido destaque – O SBT sempre tira o mexicano do ar por não repetir os feitos do Chaves – em dobradinha noturna com o menino do 8 no Multishow.

Chaves e Chapolin no Multishow

Inclusive, a atitude do Multishow de disponibilizar os dois, desde a estreia e em episódios seguindo a ordem original de produção, comprova a adoração dos brasileiros com os excelentes resultados.

A aceitação é tamanha, que o canal pago tem negociado episódios perdidos com a Televisa e até mesmo os que no Brasil pertencem ao SBT, com direito a novas dublagens de episódios e também de músicas, conforme noticiou o UOL nesta terça-feira (25).

Ou seja, mesmo reexibida infinitas vezes, a dupla mexicana segue fazendo sucesso na TV e no Multishow Play, com os expressivos números de visualizações na plataforma.

Esse barulho, em pleno 2018, quase cinquenta anos após Chaves ir ao ar pela primeira vez, em 1971 [Chapolin em 1973], só comprova uma coisa: as séries têm público mais do que fiel e, além disso, seguem capazes de atrair as novas gerações, mesmo com imagem aquém das tecnologias atuais. Um feito e tanto!

Salve, salve Roberto Bolaños!

*As informações e opiniões expressas nessa crítica são de total responsabilidade de seu autor e podem ou não refletir a opinião deste veículo.

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