Mudança de apresentadoras do Triturando é mais um sinal do fim da atração

Ana Paula Renault e Flor são as "novidades da semana" no Triturando

Publicado há 15 dias
Por André Santana
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Uma semana depois de trocar o nome do Fofocalizando, que virou Triturando, Silvio Santos promoveu mais uma mudança no vespertino do SBT. Lívia Andrade e Mara Maravilha foram afastadas, e Ana Paula Renault e Flor foram escaladas para dividir o palco com Chris Flores e Gabriel Cartolano. A medida, ao que tudo indica, é para aumentar a temperatura das opiniões, já que o Triturando se tornou, basicamente, um programa para condenar ou enaltecer qualquer coisa.

A troca acontece num momento delicado para a atração. Isso porque, em sua primeira semana, Triturando não apresentou grandes índices de audiência. Pelo contrário. O programa parece perder fôlego a cada dia. E mudar comentarista não vai refrescar a situação do vespertino.

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Até porque os dois novos nomes são questionáveis. Ana Paula Renault fez fama com seu temperamento explosivo. Ou seja, pode até dar mais ênfase aos debates da atração, mas o fará baseado em polêmicas evasivas. Enquanto isso, Flor nunca se destacou pelo seu poder de comunicação. Sempre foi coadjuvante em programas de Silvio Santos. Nada garante que ela terá algo a acrescentar ali. Em suma: Ana Paula parece uma substituta natural de Mara Maravilha, com suas polêmicas; já Flor não deve repetir a irreverência de Lívia Andrade. Não foi uma boa troca.

Desgaste

Com isso, o SBT desgasta ainda mais a imagem já combalida de seu vespertino. Ao promover mudanças sem sentido e nesta velocidade alucinante, a emissora não atrai mais público para a atração e, ainda, consegue afastar a audiência que formava sua plateia cativa. Ou seja, na ânsia de atingir mais gente, acaba não atingindo ninguém.

Além disso, tantas mudanças em tão pouco tempo sinalizam que o programa está na mira do “patrão”. Se não reconquistar a audiência rapidamente, é possível que Triturando não tenha muito mais pela frente. O que seria uma pena, neste momento em que a TV já tem produzido tão pouco.

*As informações e opiniões expressas nessa crítica são de total responsabilidade de seu autor e podem ou não refletir a opinião deste veículo.

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