No 11 de setembro, Regina Volpato enfrentou desafio inacreditável ao ancorar telejornal: “Não houve nada mais impactante”

Apresentadora enfrentou incessante maratona de quase 10 horas de cobertura

Publicado em 11/09/2021 23:59
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E lá se foram 20 anos que os dois aviões atingiram as Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, nos Estados Unidos. O ataque terrorista marcou a história do mundo a partir das 9h45 (de Brasília). O dia fatídico também veio a se tornar um dos pontos de virada na carreira de Regina Volpato, que à época assumia a bancada de alguns telejornais na BandNews.

A apresentadora do Mulheres (TV Gazeta) enfrentou um dos maiores desafios da profissão ao ser incumbida da cobertura dos atentados, pouco tempo após deixar o posto de repórter e a Previsão do Tempo.

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“No 11 de setembro eu sentei na bancada às nove da manhã e levantei às seis horas da tarde. Eu só consegui por conta do meu poder de concentração, eu foquei ali e fui direto. Quando levantei a cabeça eram seis horas da tarde”, relatou ela em entrevista ao site, em 2018.

Para ela, não existiu, em absoluto, nada mais impactante que este dia. “Me lembro que quando cheguei em casa, eu abracei a minha filha e só chorava. Até acomodar tudo aquilo na minha cabeça, não houve nada mais impactante que este dia.”

Como experiência, ancorar um telejornal proporcionou a Regina Volpato desenvolver capacidade de concentração na comunicação dentro e fora do ar. “Quando eu cheguei na bancada, aquilo pra mim era muita responsabilidade. E é, de fato. Eu tremia, mas foi muito legal. Eu adquiri cultura, eu adquiri uma habilidade porque na BandNews os equipamentos eram muito tecnológicos, quem manipulava o teleprompter era o próprio apresentador, no pé, igual acelerador de carro.

E isso me desenvolveu uma capacidade de concentração. Na BandNews os estúdios eram envidraçados, e as pessoas ficavam no vidro olhando a gente trabalhar. Eu não via ninguém, eu me concentrava tanto no meu trabalho e na câmera que eu não via essas pessoas. E isto foi me dando um poder de improviso.”

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