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Análise

Apesar da overdose de música, The Masked Singer Brasil aos domingos se mostrou um acerto

O programa apresentado por Ivete Sangalo tem inegável apelo familiar

Publicado em 24/04/2022
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Ao programar a segunda temporada de The Masked Singer Brasil para as tardes de domingo logo no início de 2022, a Globo correu riscos. Um deles era o de promover um desgaste precoce do formato, já que a primeira temporada havia acabado pouco tempo antes. Outro risco era promover uma overdose de competições musicais, pois o programa de Ivete Sangalo era exibido após o The Voice +.

A overdose musical realmente aconteceu. A Globo promoveu uma cansativa maratona de programas musicais ao “colar” The Voice e The Masked Singer, tornando a tarde de domingo um tanto monótona. Porém, foi o programa comandado por Andre Marques que saiu perdendo com a novidade, já que a atração não repetiu o bom desempenho de sua temporada de estreia, no ano passado.

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Já The Masked Singer Brasil manteve o interesse do público, mesmo com pouco tempo entre uma temporada e outra. O programa que trouxe famosos para cantar fantasiados seguiu mantendo o mistério, mexendo com o espectador, que voltou a “bancar o detetive”. Descobrir quem era a celebridade por trás da máscara se mostrou um desafio que combina muito com a tarde de domingo.

Lúdico

Camaleão no The Masked Singer Brasil (Reprodução/TV Globo).

Com isso, The Masked Singer Brasil conseguiu uma resposta até mais ampla nesta temporada do que na primeira. Afinal, a atração tem um inegável apelo familiar. É o tipo de atração que conta com um tom lúdico, capaz de reunir a família diante da TV, enquanto descobria quem venceu o The Masked Singer. O programa tem um público-alvo amplo, heterogêneo e de grande potencial.

E este público amplo e heterogêneo está justamente nas tardes de domingo. O novo horário, neste contexto, revelou-se o ideal para a atração. Nas noites de terça-feira, seu potencial de público era mais restrito, daí o acerto da direção da emissora de levá-lo para os domingos.

Isso ficou claro até na percepção do interesse do público diante do The Masked Singer Brasil. Na primeira temporada, ficou visível o cansaço do programa, que tende a ficar repetitivo no decorrer dos episódios. Porém, aos domingos, mesmo repetitivo e mais longo, The Masked Singer não provocou o mesmo cansaço.

Reformulação

Ivete, Jurados e Priscilla Alcantara no The Masked Singer Brasil (Divulgação)

Sendo assim, o ideal é que a Globo mantenha The Masked Singer Brasil em sua programação dominical. O programa funciona muito melhor neste horário. No entanto, o canal devia prestar mais atenção nesta “overdose” de programas musicais aos domingos, que é, sim, prejudicial.

Com o The Masked Singer em ótima fase, o canal poderia repensar o The Voice. A faixa pós-almoço dos domingos, nos últimos anos, abrigou programas variados, como humorísticos (Escolinha do Professor Raimundo) e games (Tamanho Família), além dos musicais (como o Popstar e o próprio The Voice). Mas essa variedade se perdeu com a infinidade de versões do The Voice.

O fracasso do Zig Zag Arena não deveria desmotivar a busca por mais variedade à faixa. A emissora tem plenas condições de produzir novos programas de humor ou game shows para o horário. Formatos como o The Wall, do Domingão com Huck, poderiam funcionar neste horário. Por que não buscar criar algo semelhante?

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