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Daphne Bozaski celebra sucesso de Dolores: “Tocou cada pessoa”

Nos Tempos do Imperador chega ao fim na próxima sexta-feira, dia 04 de fevereiro

Publicado em 02/02/2022
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O público que se encantou com a interpretação de Daphne Bozaski como Benê em Malhação – Viva a Diferença, ficou surpreso com a entrega da atriz no papel de Dolores em Nos Tempos do Imperador.

Em uma papo exclusivo com a coluna, Daphne fez uma balanço da trama de Thereza Falcão e Alessandro Marson que chega ao fim na próxima sexta-feira, dia 04 de fevereiro.

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Me sinto muito preenchida e feliz com a repercussão de como a Dolores tocou cada pessoa que à acompanhou”, celebra a intérprete de Dolores.

A seguir, confira o papo com essa atriz notável: 

Daphne Bozaski posa para a coluna (Sérgio Baia/Divulgação)

André Romano: A reta final da Dolores exigiu muito de você? 

Daphne BozaskiToda a trajetória da Dolores foi permeada por cenas densas, devido a repressão do patriarcado de Eudoro (José Dumont), seu pai, depois pelo casamento com Tonico Rocha (Alexandre Nero). Esse lugar de submissão foi e é difícil para nós mulheres dos dias de hoje acessar, devido tanto informação e diálogo sobre o valor e poder da mulher. Mas com certeza essa reta final, quando ela foi internada no hospício, foi um ‘penhasco’ de tristeza e revolta por se ver presa naquele lugar. Me colocando na pele dela, foram dias muitos intensos na gravação e que exigiram muita concentração com toda certeza. 

AR: Como tem sido acompanhar a novela depois de ter gravado ela já há algum tempo? 

DB: Não ter a repercussão do público enquanto gravamos foi algo totalmente novo para quem cria e faz novela, foi um experiência rica ao meu ver, pois tivemos que ter muita propriedade do estávamos fazendo nos 155 capítulos. Pois não dava para arrumar ou dar outra direção para as personagens depois de estar tudo gravado. Foi como gravar uma série, que só vemos depois de tudo montado. 

Daphne Bozaski e Alexandre Nero em cena de Nos Tempos do Imperador (Divulgação/Globo)

AR: Qual é o balanço que vc faz desse trabalho? 

DB: Que contar a história do nosso Brasil, mesmo tendo a liberdade poética dos autores, pode nos fazer refletir e pensar no modo como vivemos no Brasil nos dias atuais. 

AR: Acredita que o público tem olhado vc de forma diferente depois da Dolores?

DB: Acredito que cada trabalho vem com uma expectativa tanto do público, quando a minha mesmo, de como a personagem irá ser representada e se irá criar identificação. Me sinto muito preenchida e feliz com a repercussão de como a Dolores tocou cada pessoa que à acompanhou.

Leia outras matérias desse colunista CLICANDO AQUI. 

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