APCA elege os melhores da Televisão em 2019

Publicidade

Em mais um ano, a APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) elege os melhores da TV. Em 2019, os críticos Cristina Padiglione, Edianez Parente, Fábio Maksymczuk, Flavio Ricco, Leão Lobo, Neuber Fischer, Nilson Xavier e Tony Goes, reunidos em Assembleia realizada na noite desta segunda-feira (09), na sede do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, votaram e escolheram os vencedores do prêmio em cada uma das 7 categorias.

As categorias são: melhor ator, melhor atriz, melhor novela, melhor série/minissérie, melhor diretor, melhor programa de TV e melhor programa jornalístico. A entrega do trofeu APCA será realizada no dia 17 de fevereiro de 2020, no Teatro Sérgio Cardoso.

Seguem os vencedores:

Atriz

Débora Bloch (Segunda Chamada)

Ator

Flávio Migliaccio (Órfãos da Terra)

Novela

Bom Sucesso, de Rosana Svartman e Paulo Halm (Globo)

Série/Minissérie

Segunda Chamada (Globo/O2 Filmes)

Diretor

Andrucha Waddington (Sob Pressão)

Programa de TV

Que História É Essa Porchat? (GNT)

Programa jornalístico

Roda Viva (TV Cultura)

Publicidade

Esclarecimento sobre o caso Gugu Liberato

O apresentador sofreu um acidente grave e está internado

Publicidade

Gugu Liberato sofreu um acidente grave em sua casa em Orlando, nos EUA e desde quinta-feira (21) a informação sobre este caso tem sido divulgada e comentada. O que se sabe oficialmente até este momento, é que Gugu realmente caiu de uma altura de 4 metros, bateu com a cabeça e foi internado em um hospital, onde está desde então em observação.

Por conta da falta de informações ou na demora de se ter acesso ao estado real de saúde do apresentador, muito se especulou e inclusive, alguns veículos da imprensa, de maneira irresponsável e desrespeitosa, divulgaram que Gugu estaria morto.

Essas informações precipitadas chegaram até o público e fizeram, inclusive, que alguns famosos publicassem homenagens e lamentassem a suposta morte de Gugu. Mas oficialmente Gugu está vivo e é tudo que se sabe de fato até o momento.

Vale ressaltar que, mesmo que Gugu tenha tido morte cerebral, essa informação não poderia ter sido divulgada na quinta-feira (21) por um motivo simples: o diagnóstico de morte cerebral demanda no mínimo 24 horas de avaliação médica. E mais, o parecer precisa ser dado por mais de um médico, após uma série de baterias de exames.

Portanto, devemos aguardar o boletim médico oficial e não especular sobre o estado de saúde de Gugu. Só após a confirmação, seja ela de uma boa ou má notícia é que podemos, com ética e respeito, divulgar a notícia verdadeira.

Atualizações sobre o estado de saúde do apresentador Gugu Liberato

Publicidade

Emoção e diversão dão o tom na estreia da quarta temporada do Shark Tank Brasil

Publicidade

O reality Shark Tank Brasil chega a sua quarta temporada na sexta-feira (28), às 22h, no canal Sony. O primeiro episódio, que já foi disponibilizado para nós do Observatório da Televisão, em uma pré-estreia especial para convidados, mostra que o programa ganhou maturidade e deixou de ser apenas uma atração de valorização do empreendedorismo.

Com uma seleção criteriosa de participantes, jurados afiados e uma edição dinâmica, o programa é um deleite para quem busca emoção e diversão, além claro, de inspiração nos negócios, projetos e empresas apresentados em busca de investimentos dos ‘tubarões’.

JC Semenzato, especialista no setor de franquias há mais de 20 anos, é o novo ‘tubarão’ a integrar o time do Shark Tank. Ele substitui Robinson Shiba e vai tentar cravar o seu espaço no meio dos já experientes Caito Maia, criador da Chilli Beans; Cristiana Arcangeli, empresária serial do segmento de moda, beleza e bem-estar; João Appolinário, fundador da Polishop; e Camila Farani, um dos maiores nomes em investimento-anjo do Brasil.

A disputa entre os tubarões e as histórias trazidas pelos participantes são os destaques. Apesar da seriedade e critério na avaliação dos negócios em busca de investimentos, o bom humor toma conta em diversos momentos, com brincadeiras e piadas entre os ‘tubarões’ e também os participantes. Sem contar a emoção com as histórias de superação de quem se arrisca no empreendedorimos. Histórias essas que em alguns casos leva os ‘tubarões’ às lagrimas.

Como no caso do primeiro episódio em que Camila Farani ficou abalada ao ouvir a história de um participante que sofreu muito e começou a empreender com a mãe. Ela se lembrou da própria trajetória e chorou bastante.

Entre os negócios apresentados do episódio 1 da 4ª temporada estão a startup Criativando, fabricante de papel de parede de alto padrão e produtora de um app que conecta arquitetos, lojistas e designers para personalização de produtos; o empreendedor Juca Amaral, que vai apresentar um boneco inflável para servir de passageiro em um carro, inibindo a ação de assaltantes; a startup WiseHome, que trabalha com automatização de casas; e a empreendedora Teomila Veloso, do trailer de alimentos Acarajé da Mila, que vai buscar aporte para levar seu negócio para além da periferia.

Os empreendedores dessa nova temporada continuam sendo recepcionados por Erick Krominski, antes e depois de entrarem no temido tanque. Além de novos empreendimentos, a audiência também vai poder acompanhar como andam negócios fechados em temporadas anteriores, além de contar com o já tradicional glossário de termos discutidos no programa.

A nova temporada terá 16 episódios inéditos no Canal Sony, acompanhados por conteúdo extra divulgado nas redes sociais oficiais do Shark Tank Brasil. No Facebook e Instagram, a audiência vai poder acompanhar cenas de bastidores, curiosidades, perguntas e respostas, além de entrevistas com os Sharks e com os empreendedores da temporada atual. Já no Twitter, Erick Krominski comanda uma live antes de cada episódio inédito, todas as sextas-feiras, com comentários e entrevistas exclusivas.

Publicidade

Público vai ao delírio com bumbum de Reynaldo Gianecchini em A Dona do Pedaço

Publicidade

Na noite desta quinta-feira (23) foi ao ar a primeira cena do personagem Régis (Reynaldo Gianecchini) em A Dona do Pedaço. Na trama ele é um playboy mimado pela mãe, Gladys (Nathalia Timberg). Ele foge de trabalho e é sustentado pelo cunhado, Agno (Malvino Salvador) ele é irmão de Lyris (Deborah Evelyn).

Em sua estreia na nova trama de Walcyr Carrasco, o personagem aparece acordando na cama já bem tarde. Ele se gaba da mordomia e se dirige ao banheiro. Aí o público foi ao delírio quando, na sequência, o rapaz retirou a cueca e apareceu com bumbum de fora.

Em seguida ele provavelmente tomou banho, mas a cena foi cortada e logo depois Régis já aparece na cozinha, conhecendo Maria da Paz, a nova empregada da família, em quem ele dará um golpe no decorrer da novela.

Confira a imagem do bumbum de Gianecchini:

Reynaldo Gianecchini mostra o bumbum em A Dona do Pedaço
Reynaldo Gianecchini mostra o bumbum em A Dona do Pedaço (Reprodução Twitter)

Veja a repercussão no Twitter:

https://twitter.com/blogcerejanegra/status/1131733437369524224?s=12&fbclid=IwAR2-t0FQLvFOuPlhg-FxwpsTN49MciFGP9GoiZ1XLp8GJcRV_DSH8b_Fbn8
https://twitter.com/endtgame/status/1131732517722181632?s=12&fbclid=IwAR1QGb5spMUuelkycaondXGqxdNkdsZBX5s6k9FhiojK0K9h5mp28M9e3jk
https://twitter.com/WorldNoveleiro/status/1131741843157336065

Esta não é a primeira vez que o ator mostrou o bumbum em uma cena de novela, em 2015, em Verdades Secretas, seu personagem Anthony, um garoto de programa de luxo, também apareceu nú.

Publicidade

Sem sucesso na TV paga, Simba Content investe no cinema

Publicidade

A Simba Content foi criada a partir da união do SBT, Record e RedeTV! em 2016. A joint venture, na época, tinha o objetivo de fortalecer os canais da TV aberta nas negociações com as operadoras de TV paga. Mas mesmo depois de uma longa queda de braço em busca de valorização de seus canais, a Simba fracassou e não conseguiu seu objetivo maior.

SBT, Record e RedeTV! chegaram a ficar fora do ar na TV paga porque não concordavam com o valor repassado para eles pelas operadoras. As emissoras começaram pedindo R$ 15 para serem distribuídos. No fim, diante do impasse, a Simba cedeu, seus canais voltaram ao ar na TV paga, mas eles não conseguiram receber o valor que desejavam. Eles recebem cerca de R$ 0,60 por assinante, que resulta, anualmente, em uma receita de R$ 130 milhões.

No ano passado a Simba tentou lançar um canal pago, mas sem sucesso. Ele ofereceram, mas as operadoras não se interessaram pelo projeto e a ideia foi por água abaixo. Pelo jeito, agora o foco é outro!

O tempo passou e a Simba Content volta ao cenário, mas desta vez para algo diferente. Em parceria com a Paris Entretenimento e a Paris Filmes, eles pretendem investir na coprodução e distribuição de filmes para o cinema e TV. Segundo a Simba, o objetivo é fomentar a produção audiovisual nacional.

A Simba vai fazer investimentos privados e não usará leis de incentivo para as produções das quais participará. A parceria prevê mais de dez filmes ainda em 2019, entre eles a cinebiografia de Silvio Santos. 

“A Simba Content é uma empresa que investe na Paris Filmes no momento em que o mercado do audiovisual busca formas de financiamento que não dependam apenas de verba pública”, diz Marcio Fraccaroli, CEO da Paris Filmes.

Carlos Alkimim, Diretor de Contratos e Distribuição da joint-venture, afirma que “A parceria é um novo passo em direção a um futuro promissor para as produções nacionais e reafirma a potencialidade da janela do cinema. Pretendemos fomentar ainda mais o mercado audiovisual brasileiro, com estratégias cada vez mais ousadas”, disse o gestor da empresa.

Para Renata Rezende, diretora executiva da produtora Paris Entretenimento, essa é uma notícia relevante para o mercado. “Temos um portfólio muito variado de filmes em pré- produção e produção, desde comédias a longas infantis e cinebiografias. Fazemos filmes para todos os públicos, desde os mais populares aos autorais. Por isso, novos parceiros são muito bem-vindos”, diz.

Publicidade

Grupo Bandeirantes traz para o Brasil o canal Smithsonian e afirma: “Nosso público-alvo são as pessoas inteligentes”

Publicidade

O Grupo Bandeirantes reuniu a imprensa nesta terça-feira (16) para o lançamento do Smithsonian Channel. O novo canal a cabo estreia no Brasil em 26 de abril, após 2 anos de negociações. O canal vai reunir conteúdos internacionais, os mesmos exibidos nos Estados Unidos, devidamente legendados. Mas também vai levar ao público conteúdo nacional, o primeiro deles é a série Geografia da Arte.

“A gente já tem produção nacional, já foi gravado dois documentários. O Grupo já tem muita produção nunca antes exibida que será analisada para possível exibição. Já estamos com a grade pronta e teremos uma faixa só de produção nacional”, garante Mônica Monteiro, diretora executiva dos canais pagos do Grupo Bandeirantes

Inicialmente o Smithsonian estará disponível para os assinantes da operadora NET. As negociações com as demais operadoras ainda estão em andamento, assim como para os sistemas On Demand. “Tem liberações de direitos a serem feitos, em primeiro momento através do NOW, ferramenta de streaming da NET”, afirma Paulo Saad, vice-presidente de canais pagos do Grupo Bandeirantes.

O Smithsonian Channel é reconhecido pela qualidade do seu conteúdo. Bastante nichado, ele definitivamente não é um canal popular. Pelo contrário, o público visado é majoritamente formado por pessoas interessadas por ciência, tecnologia e principalmente história. Basicamente, um misto de National Geographic com Discovery Channel, mas com conteúdo muito mais apurado e com embasamento totalmente científico.

Tanto que Paulo Saad disse “Nosso público-alvo são as pessoas inteligentes”, definindo assim para quem eles estão trabalhando. E ele complementa, “O público brasileiro não pode ser intelectualmente selecionado pela classe social. A pessoas dos mais diferentes estilos e bagagens que se interessam por História, ciência e por esse tipo de conteúdo e achamos que, sobretudo entre os jovens, a programação tem bastante apelo”.

Da mesma maneira, comercialmente o Smithsonian deve atrair marcas premium. A equipe comercial do Grupo Bandeirantes já trabalha na venda dos espaços. “Já recebemos contato de várias marcas interessadas no Smithsonian, querendo saber das possibilidades de entrar em nosso conteúdo”, garante Mônica Monteiro, que assumiu o posto de diretora recentemente no Grupo.

Publicidade

“Mentiras”, afirma Evê Sobral sobre acusações de que a Rede Brasil exibe conteúdo pirata

Publicidade

A Rede Brasil é tradicionalmente conhecida por exibir filmes e séries clássicas da TV. Mas algumas notícias no passado davam conta que a emissora exibia conteúdos piratas. Acusavam o canal de não ter direito sobre os títulos que colocava no ar.

Em entrevista ao Observatório da Televisão, Evê Sobral, diretor de programação da emissora fala sobre o fato e rebate as acusações infundadas, segundo ele publicadas por covardes que se escondem atrás de um computador: “são mentiras!”

Diante de tantos boatos negativos, segundo Evê, a emissora sempre recorreu a justiça para exigir que essas notícias falsas fossem desmentidas: “processo em cima”. Mas uma vez que as fake news se alastravam pelas redes, ficava difícil desmentir o fato.

De acordo com Evê Sobral, a Rede Brasil fecha contrato com as distribuidoras e eventualmente acontecem disputas por direitos com outras exibidoras. Em duas ocasiões eles optaram por deixar de exibir atrações que também eram de direito de outros canais, mas nunca exibiram conteúdo pirata.

Publicidade

Nani Venâncio lamenta atitude da concorrência: “Levaram todos meus fofoqueiros”

Publicidade

Nani Venâncio está há mais de 10 anos na Rede Brasil de Televisão. Boa parte desse tempo a frente do programa A Tarde é Show. A atração vespertina vai ao ar na faixa das 17 horas e ao longo de sua história lançou moda e é um dos programas mais longevos atualmente na TV.

Tanto que segundo a apresentadora, a concorrência está sempre de olho em suas novidades e não perdem tempo ao se inspirarem no que ela lança. “É só começar um quadro diferente que as emissoras colegas copiam”, afirma Nani Venâncio.

Em entrevista ao Observatório da Televisão, Nani lamenta que as emissoras colegas tenham copiado alguns de seus quadros. Ela ainda revela parte dos profissionais que participavam do A Tarde é Show, foram para a concorrência, desfalcando seu time.

“Levaram a Roda de Fofoca inteira, até os fofoqueiros”, conta a apresentadora. Entre os fofoqueiros que fazem sucesso na TV e trabalharam com Nani estão nomes como Thiago Rocha e Vladimir Alves, que atualmente estão com Sonia Abrão. Além de Marcelo Bandeira e Tiago Barnabé. Este último atualmente está com Eliana.

Publicidade

Sem culinária, Olga Bongiovanni estreia novo programa na RedeTV! e afirma: “estará calçado na prestação de serviço”

Publicidade

Olga Bongiovanni está de volta a RedeTV!. A veterana apresentadora estreia seu novo programa na segunda-feira (15), às 10h da manhã. Depois de 10 anos fora da emissora e há 6 anos longe da TV em rede nacional, ela aposta em uma revista eletrônica moderna.

Olga, esse é o nome do programa que promete se diferenciar dos demais matinais. Sem culinária, isso mesmo, a atração não vai ter cozinha. Essa missão seguirá a cargo de Edu Guedes, que continua com seu programa, às 11h, após Olga.

“O programa estará bem calçado na prestação de serviço, na notícia, nas informações e dinamismo, com muita agilidade”, garante Bongiovanni sobre o conteúdo da atração matinal da RedeTV! que chega para disputar com Hoje em Dia da RecordTV e as novidades que a Band prepara para as manhãs com Silvia Poppovic.

Ela afirma ainda que está tranquila e que não houve nenhuma imposição de meta de audiência ou faturamento em seu novo contrato, pelo contrário. “Me deram liberdade total para trabalhar, fazer um programa gostoso, que eu me sentisse bem e eu estou me sentindo inteiraça dentro dele”, comemora a apresentadora.

Sucesso comercial

Garantia para se manter no ar, um programa de TV precisa ser bem vendido comercialmente e Olga afirma que sua nova atração vai muito bem nesse sentido. “Não sei exatamente com quantos merchans vamos estrear, mas o programa está bem vendido, teve uma boa aceitação do mercado”.

Olga disse também que por enquanto não vai produzir conteúdo para a plataforma digital da RedeTV!, a Peanuts, mas que gostaria de fazer algo na internet. “Quero ver se eu consigo falar de plantas, mas, novamente, eu preciso estruturar o programa da TV antes, colocar essa roda pra girar e aí eu vou colocar o meu pézinho lá na Peanuts”.

Confira a entrevista exclusiva completa que Olga Bongiovanni concedeu ao Observatório da Televisão:

Como surgiu a oportunidade para voltar a RedeTV? Como foi o convite?

Surpreendente e inesperado. Eu estava morando em Cascavel há 6 anos, trabalhando em uma rádio e TV locais e, de repente, com um telefonema minha vida virou de ponta cabeça. Fui convidada para voltar e ter um programa na RedeTV!. Vim pra SP no final de semana acertar tudo, voltei pra minha cidade, me desliguei dos empregos e, em uma semana, eu estava aqui para começar minha história no canal.

Você passou seis anos longe da TV em rede nacional, como foi essas experiência? Pontos positivos e negativos de voltar às origens na TV Tarobá?

Nenhum ponto negativo, só positividade. Voltei a conviver com pessoas que já trabalhavam comigo no passado, a emissora também cresceu, expandiu, e eu só acrescentei à minha vida profissional um grande aprendizado. E um ponto muito positivo foi ter conseguido voltar a fazer rádio, porque quando eu estava aqui em SP eu tentei, fiz durante um tempo na rádio capital, mas depois a televisão consumia todo meu tempo e eu não tinha mais condições. E isso eu fazia tranquilamente em Cascavel. Foi maravilhoso, voltar a fazer rádio foi muito bom.

O que fez você aceitar o retorno para a RedeTV! após 10 anos?

Desafio, eu gosto de desafios. Há 20 anos, quando eu vim a primeira vez para SP foi um grande desafio. Voltar para Cascavel, voltei também com um projeto, fui convidada para voltar. Seria inaugurado o digital, iríamos trabalhar com cenário virtual, eles queriam um nome conhecido e eu era muito conhecida na cidade e na região, no estado todo. Então, fui também com um objetivo e dei resultados, o resultado que eles queriam. Cumpri o meu papel lá e agora voltei.

No passado algumas notícias deram conta que o fim do seu programa na RedeTV! foi uma decisão sua, alegando que queria explorar novos formatos. Você conseguiu realizar esse projeto?

Totalmente não, porque eu ainda era ignorante com relação à internet. E se a gente olhar pra trás, olha a evolução que tivemos em dez anos. Eu queria fazer alguma coisa, tentei, mas não dava, não ia, era uma coisa que estava emperrada, eu não sabia muito como lidar com aquilo e aí eu aprendi. Agora eu já sei como lidar com esse bicho né, com a novidade o tempo inteiro a uma velocidade incrível. Então, na época eu não consegui realizar na totalidade, comecei a dar meus primeiros passos e aprendi muito, hoje já sei um pouquinho mais.

Nesse retorno para a RedeTV! você fará o mesmo estilo de programa feminino que a consagrou ou será algo diferente? Conte um pouco sobre o formato, quadros.

Quando eu estava aqui, no passado, mesmo quando eu fiz na Band também, o programa tinha culinária, tinha cozinha, neste não terá. Nós temos o Edu [Guedes], grande sucesso, o programa dele é maravilhoso, e não só por causa disso. Eu posso fazer culinária um dia ou outro, mas o programa estará bem calçado na prestação de serviço, na notícia, nas informações e dinamismo, com muita agilidade.

Qual será sua missão na A RedeTV? A emissora impôs alguma meta de audiência, faturamento para seu novo programa? Se sim, qual foi?

Nenhuma, não houve nenhuma imposição. Me deram liberdade total para trabalhar, fazer um programa gostoso, que eu me sentisse bem e eu estou me sentindo inteiraça dentro dele, porque estou participando da feitura dele como um todo, fazendo inclusive externas, que é uma coisa que o programa não tinha no passado tanto quanto vai ter agora.

No Paraná você também fez programa de rádio, não fará mais? Existe alguma proposta de alguma rádio em São Paulo?

A minha prioridade nesse momento é a RedeTV! e o programa aqui. A partir do momento que ele se estabelecer, se consolidar e eu sentir que tenho tempo na minha agenda, aí eu vou pensar em que porta eu vou bater, mas eu não tenho nenhum problema em chegar lá na porta, bater e dizer: ‘Estão precisando de alguém ai pra fazer rádio?’. E aí existe até a possibilidade, com a tecnologia que a gente tem hoje, de fazer algum programa em Cascavel, porque hoje a tecnologia permite isso. Talvez eu volte a fazer de dentro da minha casa mesmo um programa de rádio, tem várias rádios na minha cidade, mas isso é um segundo passo.

A RedeTV tem apostado em conteúdo para plataformas digitais, você também vai fazer algo para esse projeto da emissora? Algo como a Casa da Olga que você fez no UOL?

Olha, a Casa da Olga é um pouquinho mais elaborada, demanda mais tempo e produção, mas a gente quer entrar no digital. Quero ver se eu consigo falar de plantas, mas, novamente, eu preciso estruturar o programa da TV antes, colocar essa roda pra girar e aí eu vou colocar o meu pézinho lá na Peanuts [braço de conteúdo digital da RedeTV!] também, com certeza, porque eu estou amando essa possibilidade.

Antes de ir para o Paraná você teve programa na TV Gazeta. Algum tempo depois a Cátia Fonseca deixou o Mulheres e foi para a Band. Seu nome chegou a ser apontado como possível substituta dela, mas quem ficou com a vaga foi Regina Volpato. Você chegou a ser convidada pela TV Gazeta para substituí-la?

Pois você acredita que até hoje eu não sei disso. Me falaram, me ligaram: “Olha, o teu nome está sendo falado aqui”. Ah, legal, estão falando de mim, ótimo, é sempre bom quando falam da gente, principalmente quando falam bem, mas eu estava super bem estabelecida lá e não chegou a acontecer nenhum convite. A Regina Volpato é uma querida, um beijo pra ela também, eu creio que está super bem entregue o programa e vamos tocar a vida.

Os programas femininos são recordistas de merchandising na TV, seu novo programa já está bem vendido comercialmente? Você topa fazer qualquer tipo de merchandising? O que você não aceitaria fazer?

Olha, o merchandising é uma ação tradicional, dá um mega resultado e eu nunca tive problemas com clientes, porque sempre tivemos bons resultados. Por isso eles ficaram comigo cinco anos, foi uma história sempre muito boa. Alguns eu sei que já estão se manifestando, que querem voltar a anunciar comigo, e o pessoal está trabalhando. Não sei exatamente com quantos merchans vamos estrear, mas o programa está bem vendido, teve uma boa aceitação do mercado.

Publicidade

Rede Brasil reduz espaço da igreja na grade e volta a apostar em filmes e séries

Publicidade

A Rede Brasil de Televisão é uma das emissoras de TV que mais cresceu em abrangência nacional nos últimos anos. Com isso, ela tem novidades neste mês de abril. O canal que tem sede em São Paulo e afiliadas por todo o território nacional reduziu a presença da igreja em sua grade de programação. A partir desse mês a TV liderada por Marcos Tolentino volta a apostar em filmes e séries.

Até o mês de março, a Rede Brasil apresentava em boa parte de sua programação programas religiosos de igrejas evangélicas. Por um lado isso foi bom, pois trouxe verba para a emissora e garantiu emprego e renda dos funcionários. Mas por outro trouxe rejeição do público e da crítica, que considera prejudicial a presença dessas atrações.

Mas agora, em abril, a Rede Brasil vai apresentar programas da igreja apenas na faixa das 7h às 9h da manhã. Todo o restante das 22h de programação será recheada com os programas da casa, filmes e séries.

Entre os programas produzidos pela Rede Brasil estão:

Os diários Papo em Dia, com Luciano Faccioli, que completou 1 ano no ar; Curtas e Quentes, com Décio Piccinini, Vida e Estilo, com Amanda Françoso e o A Tarde é Show com Nani Venâncio, que está há 10 anos no ar. Além do tradicional Em Revista , com Eve Sobral; o clássico Spa TV Fantasia, que deve ganhar novos e inéditos episódios e o telejornal RB Notícias, ancorado pelo experiente Hermano Henning.

Com exceção desses programas, toda a grade está repleta de sessões de filmes e séries. Essas atrações já fizeram bastante sucesso na Rede Brasil em outros tempos. Por isso prometem recuperar a audiência da emissora, que tem tradição em exibir filmes clássicos e seriados japoneses.

Mas apesar da novidade ser boa, a redução da presença da igreja na grade de programação não é definitiva. Em entrevista exclusiva ao Observatório da Televisão, o diretor de programação Evê Sobral afirma que havendo a necessidade e interesse das igrejas, elas poderão retornar.

O que também permanece em parte da grade são os programas de Quiz. Eles são conhecido como caça niqueis, terrivelmente criticados e alvo de processos judiciais. Além de outras atrações que compram espaço de exibição, como SenPai e Show da Saúde.

Confira a entrevista com Evê Sobral:

Publicidade

Programação da TV Gazeta se repete ao longo do dia e não traz novidades de fato

Publicidade

Anunciada como uma grande novidade, a nova programação da TV Gazeta não se mostrou tão nova assim. Com uma série de programas de variedades ao longo do dia, a emissora apresenta conteúdo muito semelhante em todas as atrações. Culinária, saúde, moda, fofoca e atualidades são pautas nos programas. Entre eles o Você Bonita, Revista da Cidade, De A a Zuca, Todo Seu, Mulheres e outros.

Nesta segunda-feira (01) a aguardada nova grade estreou e, das 9h às 18h pouco ou quase nada de diversidade foi possível assistir nos programas que se sucedem. Eles mudam apenas de nome e apresentador, o restante não diverge em quase nada. O que é uma pena, diante das inúmeras possibilidades que poderiam ser exploradas.

Você Bonita

Um sucesso na redes sociais, o programa manteve sua essência, falar de beleza. Até aí tudo bem, não se mexe no que está dando certo. Agora ele apenas vai ao ar mais cedo às 9h, mas o conteúdo segue o mesmo e apresentadora Carol Minhoto também.

Revista da Cidade

A atração matutina poderia se reinventar e se inspirar em outros matinais com mais jornalismo. Mas Regiane Táipas e sua turma se limita aos quadros comuns a programas femininos. E claro, a famigerada fofoca de todo dia das celebridades. O que isoladamente não é um problema, mas o que vem a seguir também vai usar esse tipo de conteúdo.

Todo Seu

A TV Gazeta trouxe Ronie Von da noite para as tardes. Mas ao invés de reformular a atração para diferenciá-lo totalmente, manteve sua estrutura. Com isso, o público pode ver um quadro de saúde com Geraldo Alckmin e de fofoca com Ester Rocha. Um pouco de Música com Daniel Boaventura e, uma micro-entrevista dividida em partes, com Jô Soares. Além da participação especial de Carlos Alberto de Nóbrega. Tudo muito bem embalado e caprichado. Mas cai na mesmice de outros vespertinos, enquanto poderia ser um talk show bem mais dinâmico.

De A a Zuca

A grande novidade da grade, até traz algum frescor, mas ainda sim fica devendo. Em 1h30 de programa, Celso Zucatelli poderia ter apresentado algo semelhante ao Encontro com Fátima Bernardes da TV Globo. Debates e discussões sobre assuntos factuais e de interesse público, prestação de serviço e jornalismo com o bom humor e descontração que Zucatelli tem de sobra. Mas o que vimos foi um pouco de bate papo com comentaristas de economia, aliás, de uma maneira pouco criativa. Além de outros assuntos atuais, dicas de saúde e a companhia dos cãezinhos Paçoca e Tapioca.

Mulheres

O tradicional programa feminino, no ar há mais de 38 anos na TV brasileira, não mudou e nem deve mudar. Com Regina Volpato ele segue vivo e inspira todos os demais programas do gênero. Esta deveria ser a única atração na grade diária da TV Gazeta a apostar em culinária, estilo de vida, saúde, fofoca e outras pautas pertinentes. Fazendo dele um diferencial e não mais do mesmo!

Os demais, deveriam ser mais criativos. Com tantas ideias e possibilidades disponíveis no mercado, apostar no óbvio, no feijão com arroz é, no mínimo, uma total falta de vontade de se diferenciar. Apesar disso, é louvável que a TV Gazeta não esteja parada no tempo e busque se reinventar com frequência. Embora pudesse ser mais ousada em suas mudanças.

Publicidade

Rosana Jatobá é demitida da RedeTV!

Publicidade

A jornalista Rosana Jatobá está fora do quadro de contratados da RedeTV!. Na emissora desde 2007, na época ela teve sua contratação anunciada com destaque. Em um ano e meio na emissora ela não chegou a ter um programa para chamar de seu, como havia sido prometido. Escalada eventualmente para apresentar os telejornais da casa, como substituta dos âncoras titulares, ela se tornou um ativo muito caro e pouco utilizado. Dizem que o salário da jornalista chegava a R$ 60 mil por mês.

Ela chegou a ser cotada para apresentar o Tricotando na RedeTV!, mas ao saber que o programa seria de fofoca, ela declinou da proposta. Quem assumiu o comando da atração foi Franklin David e Lígia Mendes. Diante disso, Jatobá fez algumas raras aparições no Leitura Dinâmica e no RedeTV! News.

O desligamento da jornalista faz parte de uma reestruturação da emissora, que prevê a demissão de aproximadamente 3% do quadro de funcionários. Até o momento o nome mais conhecido entre os demitidos é o de Rosana.

Oficialmente a RedeTV! não comenta o caso. Em contato com o site Notícias da TV a jornalista confirma o desligamento e diz que está estudando os próximos passos. Na TV, Rosana Jatobá ainda teve passagens pela Band, TV Globo, GNT e National Geographic.

Publicidade

Só Toca Top se firma como uma vitrine para a música

Publicidade

Tarde de sábado, o público em casa relaxando pós almoço, nada melhor do que curtir música. É isso que o Só Toca Top proporciona ao telespectador. Uma mistura de hits atuais e do passado na tela da TV. Entretenimento simples e tradicional, que sempre funcionou bem na televisão, mas que nos últimos tempos perdeu espaço para outras atrações.

A segunda temporada do Só Toca Top reforça o formato de vitrine musical e melhora o conteúdo apresentado na edição anterior. Se antes a atração foi comandada por Luan Santana e Fernanda Souza, agora, o programa terá um rodízio de apresentadores. A novidade traz dinâmica ao formato.

Na estreia da segunda temporada o comando ficou por conta da cantora Iza e do cantor Toni Garrido. Ela representante da nova safra da música brasileira e ele o consagrado vocalista da banda Cidade Negra. Ambos se saíram bem, afinal são apenas mestres de cerimônia. E nessa função são responsáveis por chamar e interagir com os convidados e a plateia, nada além disso.

As atrações

O destaque do Só Toca Top são as atrações musicais. E o programa consegue reunir sucessos do passado e do presente. Mostra ao público quem esteve e quem está nas paradas. Uma grande oportunidade de mostrar a ‘cara’ de muitos cantores que muitas vezes o público conhece a música, mas desconhece o intérprete. Por outro lado, mata a saudade de grandes nomes que não estão em evidência, mas merecem ser reverenciados e jamais estarão fora de moda.

Um grande show, com luz, som, palco e plateia, esse é o Só Toca Top. Nem mais, nem menos, entretenimento clássico para as tardes de sábado da TV aberta brasileira. Televisão que inclusive carece de mais espaços para música. Os musicais já foram o carro chefe da TV no passado e hoje é relegado a quase nada.

Publicidade

Humor é o ponto alto do Programa da Maisa

Publicidade

Quem acompanha Maisa Silva desde os tempos de Raul Gil, quando ela ainda era uma menina de 3 anos, sabe bem que ela tem a comédia na veia. Raciocínio rápido, humor ácido, boa tiradas, fazem parte do repertório da jovem apresentadora. Em sua nova atração no SBT, ela prova que o ponto alto do Programa da Maisa é o humor.

Maisa consegue fazer graça, de maneira natural e espontânea. Com seus convidados ela desenvolve papos descontraídos e sem nenhuma pretensão de tirar deles uma revelação bombástica. Tudo se resume a diversão. Tanto para quem participa do talk show, quanto para quem assiste a atração vespertina. Que vai ao ar aos sábados, às 14h15, no SBT.

No sofá da Maisa, que nesse sábado (30) recebeu a cantora Marília Mendonça e a dupla Maiara e Maraísa, o papo rola como se estivessem na sala de casa ou em uma mesa de bar. Piadas e brincadeiras se entrelaçam com as declarações até mesmo íntimas dos convidados e dela mesma. Como no caso em que revela que tem prisão de ventre. Tudo isso porque eles se sentem super à vontade conversando com Maisa e com as interferências pontuais de Oscar Filho.

Parceria perfeita

Ao lado de Maisa, Oscar Filho, um mestre do stand up, complementa o ‘time’ humorístico do talk show. Ele oferece para a apresentadora o suporte necessário para ela brilhar, sem que ele seja ofuscado. Pelo contrário, especialmente nas esquetes apresentadas no Programa da Maisa, ele arrasa com seu jeito engraçado. Seus trejeitos nos remete, inclusive, a grandes gênios da comédia como Golias. O comediante inclusive é só elogios a sua nova parceira.

O colorido do cenário, o apoio das redes sociais, a plateia, os quadros, os efeitos, as externas, tudo contribui para um programa bem dirigido pelo competente Lucas Gentil. O consagrado diretor, que também comanda o Bake Off Brasil, consegue embalar todo o talento de Maisa e Oscar Filho. Ele entrega ao público entretenimento de primeira. Uma excelente opção para a fraca tarde de sábado na TV aberta brasileira.

Publicidade

Roberto Justus é o que salva na estreia de O Aprendiz na Band

Publicidade

O Aprendiz estreou uma nova temporada nesta segunda (18), na Band. A edição de número 11 chega a tela da TV aberta brasileira depois de quase 5 anos da final de O Aprendiz Celebridades, em 2014, na Record TV. Sob o comando de Roberto Justus, dessa vez os participantes são digitais influencers. Eles serão colocados à prova, em busca do prêmio de R$ 1 milhão.

O episódio de estreia começou relembrando o público sobre a origem e o sucesso do formato do programa criado por Mark Burnett em 2004. A ideia foi boa, tendo em vista que muitos telespectadores podem não conhecer O Aprendiz. Até porque o reality se popularizou no Brasil e teve suas 10 temporadas anteriores exibidas pela Record TV e agora está na Band.

Veja também: Conheça os 18 participantes da nova temporada de O Aprendiz

Antes do programa começar de fato, Roberto Justus recebeu na temida sala de reuniões, duas ex-participantes de O Aprendiz. Elas relembraram como foi participar do programa e falaram sobre o sucesso na carreira pós reality. Uma boa estratégia, já que mostra que diferente de muitos realities, os participantes de O Aprendiz foram bem sucedidos pós programa.

A estreia de O Aprendiz

Logo após foi dada a largada em O Aprendiz. Belíssimas tomadas aéreas da cidade de São Paulo e o encontro de Justus com os 18 participantes tentaram impressionar o telespectador. Nesse momento um detalhe deixou a desejar. Ao tentar dar um ar de vlog para o programa, os ângulos e enquadramentos das imagens ficaram um tanto quanto amadores. Mas pode ter sido proposital.

A abertura do programa ficou muito bem feita, com referências ao universo da web, especialmente o Youtube. Nessa nova edição, a predominância da cor vermelha, a mesma do patrocinador principal, um banco, toma o lugar do antigo preto e prata que dominou as temporadas anteriores. A trilha sonora se mantém a mesma, ‘The O’Jays – For The Love of Money’, apenas com uma remixada mais moderna.

Em seguida veio a primeira prova de O Aprendiz na Band. Os 18 influenciadores foram divididos em 2 equipes. Eles enfrentaram provas de resistência, força e habilidade no centro de formação e treinamento do Corpo de Bombeiros do estado de São Paulo. Trabalho em equipe, precisão, agilidade e disciplina foram exigidos dos competidores, que não estão nada acostumados com esse tipo de desafio tenso e pesado de salvar vidas.

Mas não foi apenas isso, os influencers foram desafiados em um quiz de assuntos gerais e atualidades. Para surpresa de muitos, eles erraram muitas perguntas, provando de certa forma a falta de conhecimentos, especialmente sobre o mundo dos negócios. Roberto Justus externou seu desapontamento com o baixo número de acertos dos participantes. Confesso que não me surpreendi!

Veja também: O Aprendiz: relembre os vencedores das edições anteriores

Sucesso comercial

Um detalhe, que não é uma novidade também chamou a atenção. O Aprendiz sempre foi uma atração vendável e com muitos patrocinadores, mas essa edição parece ter superado as demais. Desde a vinheta de abertura, passando pelas provas até o final, foram inúmeras ações de marketing. Merchandising de diversas marcas patrocinadoras comprovam que O Aprendiz é um sucesso comercial.

O apresentador

Roberto Justus nasceu para apresentar O Aprendiz e nunca deveria ter feito outra coisa na TV. Seu único projeto bem sucedido e no qual ele foi e é bem avaliado é esse programa. O Aprendiz é a cara de Justus. Com seu estilo enérgico de líder ele impõe sua personalidade e bota medo nos participantes, isso é quase tudo que o reality precisa. Mas não basta, os participantes também precisam ser interessantes.

Em O Aprendiz, Justus não precisa fazer graça, ser divertido ou coisa do tipo, exigência em outros programas como A Fazenda. No reality rural da Record TV ele foi duramente criticado por seu estilo robótico, que no caso de O Aprendiz cai como uma luva.

Justus sabe se impor diante dos competidores e sem dó nem piedade abusa da persona malvada que ele incorpora em O Aprendiz. Com isso ele rouba a cena, dando broncas e deixando em situação constrangedora, mas totalmente pertinente, os participantes que falham em suas tarefas.

Os Conselheiros

Ao lado de Roberto Justus os conselheiros Vivianne Brafmann e José Roberto Marques analisaram os participantes. Eles fizeram o papel de coadjuvantes na atração. Viviane, inclusive foi a vencedora do primeiro O Aprendiz e já participou como conselheira em outras temporadas. Com comentários pertinentes ela é uma excelente aliada do apresentador.

Já José Roberto faz sua estreia na TV e, apesar de ser especialista em Coaching e ter o hábito de falar em público, na televisão ele ainda está um tanto deslocado. Ele também pecou no figurino, meio desarrumado, contrastando com a elegância de Justus. Os comentários dele também foram um tanto superficiais, digamos que algo habitual em Coaching, falar sem falar nada.

Desnecessário, ou no mínimo equivocado foi a participação da secretária, na parte final da atração. Sem naturalidade, toda desajeitada na cadeira, ela se limitou a chamar os participantes para retornarem a sala de reuniões e fez muito feio. Um programa desse nível precisa de uma secretária mais preparada, ela merece ser demitida!

A internet

O reality da Band também abusou do uso de termos oriundos da web como hashtags. Também fez uso da já comum participação do público na segunda tela, comentando o programa usando #OAprendizNaBand. O termo ficou entre os mais comentados no Twitter.

A equipe Hashtag foi a vencedora da primeira prova e se safou da temida reunião que define o demitido. Eles ganharam um jantar na casa de Justus. Já a equipe Share, que perdeu o desafio, já mostrou desentendimento e acusações de quem foi culpado pelo mal desempenho. Isso mostra que ao longo da temporada teremos muitas discussões e brigas entre competidores. A julgar pela função que exercem, influencers, o ego não deve ser pequeno, então, muita confusão deve rolar.

Demitida

Na sala de reuniões a tensão rolou solta. Os participantes se acusaram e ninguém queria assumir a culpa pelo fracasso. Justus deu várias ‘patadas’ colocando em xeque as justificativas dos perdedores. Por fim, a primeira demitida foi Jessica Belcost, influencer do universo da Moda.

A audiência de O Aprendiz deixou a desejar na estreia. O programa mal passou de 1 ponto de média. O resultado deixou a Band em quinto lugar, atrás da Globo, SBT, Record e RedeTV!.

Publicidade

Luciano Faccioli comemora 1 ano do Papo em Dia na Rede Brasil

Publicidade

Luciano Faccioli festejou 1 ano de seu programa na Rede Brasil de Televisão. O Papo em Dia estreou na emissora em março de 2018. A atração é um dos programas mais assistidos no canal. Para comemorar a data, Faccioli recebeu convidados especiais, com muita música e culinária, além de homenagens de amigos e colegas.

Em 1 ano, diariamente nas manhãs da Rede Brasil, das 11h às 11h55, o apresentador recebeu vários nomes de sucesso. Cantores que alegraram as manhãs do público fiel que vem acompanhando o programa de entretenimento com muitas variedades e jornalismo.

Veja também: Luciano Faccioli comenta polêmica no Carnaval de Salvador “uma maldade”

O estilo marcante de Luciano Faccioli casou perfeitamente com a atração. Uma mistura de boa comida e informações factuais, além dos comentários relevantes e alto astral do apresentador.

O sucesso da atração fez com que o Papo em Dia ganhasse uma edição aos sábados. Um especial com ainda mais música e diversão para o telespectador. Além disso Luciano Faccioli promete seguir realizando transmissões e coberturas especiais pela Rede Brasil. Ele esteve recentemente no Carnaval e já adiantou que deve estar nas Festas de São João.

Faccioli também está na rádio, ele apresenta diariamente, das 19h às 20h, na Top FM o programa Tops da Bola. Ali ele comenta com outros profissionais os jogos de futebol e acontecimentos do esporte.

Publicidade

Luciano Faccioli comenta polêmica no Carnaval de Salvador “uma maldade”

Publicidade

Luciano Faccioli celebrou 1 ano de seu programa Papo em Dia, na Rede Brasil de Televisão. Para comemorar a data especial, o jornalista e apresentador levou ao público uma atração especial com 2 horas de duração.

O Papo em Dia especial de 1 ano recebeu convidados especiais, com muita música e culinária. Além da vibração positiva do apresentador, que recebeu a equipe do Observatório da Televisão para uma entrevista exclusiva.

No bate papo Luciano Faccioli aproveitou a oportunidade para comentar as polêmicas envolvendo seu nome no Carnaval de Salvador 2019. A Rede Brasil fez a transmissão ao vivo da folia baiana e em dois momentos Faccioli virou notícia.

Em uma delas, o apresentador caiu em uma pegadinha via mensagem WhatsApp. Ele comenta a gafe e brinca ao dizer que existe a Família Tejano: “deve ter ramificações espalhadas pelo Brasil inteiro”. Outro fato que chamou a atenção foi quando Luciano passou o microfone para o filho do presidente da Rede Brasil apresentar o carnaval. O menino, ficou um pouco sem graça, mas depois aceitou a missão de chamar os trios.

O problema foi que a situação repercutiu nas redes sociais e alguns sites disseram que o jornalista estaria puxando o saco do patrão. Luciano Faccioli rebate essa acusação: “besteira, eu nunca fui de fazer isso, já perdi emprego por ser muito autêntico, verdadeiro”.

Sobre a postura da mídia ao ver com maus olhos sua atitude, ele rebate: “uma maldade!”

Publicidade

Mal realizada, A Garota da Moto passa longe de ser uma série

Publicidade

A segunda temporada de A Garota da Moto estreou nesta quarta-feira (06) no SBT. Depois de quase três anos do fim da primeira temporada, a produção chamada de série chegou morna e pouco atrativa. A demora em trazer a sequência para o público que acompanhou a produção entre julho e agosto de 2016 fez com que se perdesse o fio da meada.

O SBT até tentou relembrar o telespectador, exibindo em formato de filme a primeira temporada de A Garota da Moto no Cine Espetacular. Mas nem isso foi suficiente. Até porque o público que acompanha a sessão de filmes e pode ter assistido não é o mesmo que viu a série. Assim a estratégia, apesar de coerente, não surte o efeito esperado.

Veja também: Com Júnior Bake Off, competições com crianças ganham mais espaço

Essa foi a maior falha do SBT, a falta de planejamento e estratégia para construir o hábito do público em acompanhar uma série. Fator fundamental na fidelização do telespectador, que se torna fã do produto.

Mas vamos falar da estreia e da qualidade de A Garota da Moto

A série até tenta ser uma aventura, com ação e emoção, mas a baixa qualidade estética e visual da produção, além das atuações caricatas colocam tudo a perder. Em uma das primeiras cenas do primeiro episódio da segunda temporada o público acompanhou uma sequência de luta, pensei estar assistindo uma versão muito mal realizada de Jéssica Jones (perdoem a comparação).

Se a ideia era mostrar a adrenalina de uma cena de luta, sinto informar que não foi dessa vez. A série, apesar de ter uma temática adulta e o roteiro ter como mote a atividade e as aventuras de uma motogirl, passa longe de levar o telespectador em uma viagem pelos desafios dessa atividade profissional. Está mais para uma versão adulta de A Patrulha Salvadora.

Quem mora em São Paulo e outras grandes cidades sabe que ser motoboy ou girl é uma tarefa arriscada, cheia de perigos e aventuras. Mas só de olhar para a cara da personagem Joana (Christiana Ubach) toda essa realidade cai por terra. Ela é caricata, pouco natural e expressiva. Os colegas de elenco também não oferecem uma boa experiência ao público. A vilã Bernarda (Daniela Escobar), que na segunda temporada está presa, poderia se inspirar nas malvadas de Orange Is The New Black para compor sua personagem. Seria pedir demais? Talvez sim! Ela não bota medo em ninguém.

O núcleo cômico é bizarro

Pra quem gosta de assistir comédias que tentam, mas não tem graça, vai se divertir, mas pra geral, será uma decepção, ninguém consegue rir. Ou seja, uma sucessão de personagens mal representados. Mas de quem é a culpa, dos atores ou dos diretores que não extraem do elenco o seu melhor? Questiono isso porque A Garota da Moto tem bons nomes como Daniela Escobar e Adriana Lessa.

João Daniel Tikhomiroff assina a direção da série que tem roteiro de David França Mendes, Cláudio Felicio, Patrícia Lopes, Rodrigo Ferrari e Isabela Poppe. Um time reconhecido no mercado, mas o que acontece? Por que apresentam tantas falhas na produção do SBT e Mixer? São questionamentos difíceis de serem respondidos, mas ouso apostar que falta investimento, planejamento, estratégia, além de esmero na concepção da ideia!

Conclusão

De tudo isso, apesar da experiência ruim em assistir uma série tão mal feita, o que salva é a importância de se aumentar a produção nacional audiovisual, especialmente na TV aberta, reduto das telenovelas. Por isso mesmo, a gente esperava que A Garota da Moto fosse uma série, apesar dos 26 episódios pouco comuns nesse tipo de produção. Mas ainda sim, a expectativa é sempre instigante, mas ao assistir nos deparamos com uma novela, tal qual as infanto juvenis ou familiares que o SBT produz há anos. Não há diferença em absolutamente nada, nem mesmo a exibição, que é diária e não semanal, difere uma coisa da outra. Mesmo o texto, a estética, a fotografia, a edição, tudo remete as novelinhas.

Vamos acompanhar o decorrer dos episódios e tiraremos conclusões mais robustas ao final da série, mas ao julgar pela primeira temporada e pelo primeiro episódio da segunda, fica a decepção de ver uma ideia que tinha tudo para render uma boa história ser desperdiçada em um produto audiovisual tão pobre.

E volto a ressaltar que, A Garota da Moto pode e deve ser um relativo sucesso no SBT. Muito pelo resultado em audiência que a série vai herdar das novelinhas da emissora do que por qualquer outra coisa. O público que gosta das produções do canal de Silvio Santos certamente vai acompanhar. Mas quem gosta de séries de verdade, como as que podemos acompanhar na Netflix, HBO, Globoplay e outros, certamente não apreciará o folhetim erroneamente chamado de série.

Publicidade

Namoro, Amizade ou Adeus eleva o nível dos tradicionais programas de namoro

Publicidade

Namoro, Amizade ou Adeus é uma das novas produções originais Netflix. O reality show traz de volta uma fórmula bastante conhecida da TV aberta brasileira e mundial, os programas de namoro. No Brasil, quem viveu nos anos 1980, 90 e Início dos anos 2000, pôde acompanhar inúmeras atrações na TV que tinham o objetivo de formar casais.

O mais tradicional deles, o Em Nome do Amor, apresentado por Silvio Santos, no SBT, foi um enorme sucesso. Mas também tivemos outros programas como Xaveco, Fica Comigo e quadros como Rola ou Enrola, entre tantos outros. 

Mas esses programas e quadros muitas vezes apelavam para contratação de figurantes. A grande maioria moças e rapazes, estereótipos do padrão de beleza estabelecidos à época. O que fazia com que o público não se identificasse com os possíveis casais que se formavam.

Veja também: “Brasil acima de tudo” dispara RuPaul ao comentar volta de série à Netflix no país

Sem contar que tudo soava bastante roteirizado, falso e armado. Apesar de tudo isso, os programas e quadros faziam sucesso. Porém se desgastaram e aos poucos foram diminuindo. Hoje são raros os que ainda existem. No mundo um grande sucesso é o The Bachelor, que no Brasil teve sua versão na RedeTV!, mas não vingou.

A novidade da Netflix

Porém, agora uma novidade traz frescor ao formato. Namoro, Amizade ou Adeus é uma produção da Netflix, feita nos EUA, mais precisamente em Nova York. O reality, com ar documental e estética cinematográfica eleva o nível e mostra que programas de namoro ainda podem ser bons.

Em seis episódios, o programa disponível no streaming mostra casos diversificados de pessoas que buscam namoro. Além de mulheres e homens héteros que procuram um parceiro, uma parceira, Namoro, Amizade ou Adeus não teme o conservadorismo. Ele mostra gays e lésbicas, além de idosos em busca de romance.

Lex e o pretendente gay em busca de relacionamento em Namoro, Amizade ou Adeus
Lex e o pretendente gay em busca de relacionamento em Namoro, Amizade ou Adeus (Reprodução)

No terceiro episódio um rapaz gay encontra com seus potenciais pretendentes a namoro. No sexto uma moça lébisca também quer encontrar sua namorada. No quarto é um senhor viúvo que procura sua nova cara metade. Além disso, Namoro, Amizade ou Adeus não apela para a beleza estereotipada. No programa é possível ver pessoas de todas as etnias, idades, classes sociais e afins. O que faz da atração um mundo de diversidade.

Estéticamente o reality é muito diferente do habitual. Fotografia caprichada, emoldurada pelos cenários de Nova York. Seus bares restaurantes, onde acontecem os encontros, dão o tom ao programa. Trilha que embala os pretendentes a casais, em meio ao bate papo descontraído, que nada faz crer que seja roteirizado, mas com certeza é. Porém soa natural, divertido e informal.

Por tudo isso, Namoro Amizade ou Adeus coloca os programas de namoro em um novo patamar. Difícil de ser superado pela TV aberta e até mesmo a TV paga. Produções como essa mostram que a Netflix já está indo muito além de filmes e séries, competindo com a TV tradicional também na linha de shows.

Publicidade

Troca de Esposas é um experimento interessante sobre o comportamento humano

Publicidade

O Troca de Esposas estreou na RecordTV nesta quinta-feira (14). O reality, uma versão repaginada do Troca de Família, não trouxe grandes novidades. Mas ainda sim é um dos programas de televisão que melhor exploram o comportamento humano.

Uma verdadeira experiência de behaviorismo. Apesar de ser roteirizado, o Troca de Esposas consegue mostrar os conflitos da diversidade humana. Famílias com hábitos e realidades totalmente distintas, conseguem conviver, mas as diferenças se sobressaem e as brigas e desentendimentos são inevitáveis.

Veja também: Somando terceiro reality show na Record TV, Ticiane Pinheiro fala dos desafios do Troca de Esposas

Na estreia, o Troca de Esposas trouxe Aritana Maroni, já conhecida do público pela participação no MasterChef, Power Couple e A Fazenda. Do outro lado Nana Indigo, artista plástica vegana. Por aí a escolha já foi acertada, uma esposa e uma família carnívora, com hábitos nada saudáveis e a outra esposa, totalmente zen, protetora dos animais.

Viver a vida da outra família não é tarefa fácil, expor essas divergências e complicações das relações humanas é um prato cheio e faz o programa render. O público espera exatamente isso, conflitos e embates. Mas o programa também mostra que apesar das diferenças a convivência é possível e o aprendizado é parte da vida.

Tecnicamente o Troca de Família é um bom reality show, bem editado, intercalando momentos do dia a dia das esposas com as famílias e depoimentos dos participantes, o programa mostra uma dinâmica já conhecida, mas que funciona.

Confira: Troca de Esposas é a melhor novidade da temporada na Record TV

Ticiane Pinheiro

Ela mantém seu bom desempenho como apresentadora. Embora no Troca de Esposas ela seja coadjuvante e intervém bem pouco, mas quando aparece ela é como sempre simpática e desenvolta.

Diferente do Troca de Família, o novo programa não tem o envelope com prêmio em dinheiro. Mas tem o encontro dos participantes pós o convívio, o que gerou farpas e trocas de acusações. Uma espécie da lavagem de roupa suja.

Exibido às quintas-feiras, o Troca de Esposas enfrenta uma concorrência forte com o Lady Night na TV Globo e o A Praça é Nossa no SBT. Por isso, o programa, apesar de garantir uma boa audiência, não superou os concorrentes e ficou em terceiro lugar.

Para manter o ritmo e o interesse do público, é primordial a boa escolha das famílias e esposas participantes. Esperamos pelos próximos episódios com famílias bem distintas, o que pode garantir o sucesso da atração.

Publicidade
© 2020 Observatório da TV | Powered by Grupo Observatório
Site parceiro UOL/BOL
Publicidade