Vivianne Pasmanter sobre caracterização para Novo Mundo: “Estou adorando levar horas pra ficar trash assim”

Publicado há 4 anos
Por Endrigo Annyston
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Vivianne Pasmanter conversou com nossa reportagem e contou detalhes de sua personagem em ‘Novo Mundo’.

A trama de época substitui Sol Nascente na faixa das 18h a partir da próxima semana.

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Confira o papo:

Quanto tempo demora a caracterização?

“Uma hora e meia. Na verdade horas a gente sempre leva para um lado ou para o outro. A gente às vezes leva horas pra ficar linda. Eu estou adorando levar horas pra ficar trash assim.”

Mas ficou muito diferente?

“Muito diferente. Pra mim está sendo uma delícia poder dar essa desconstruída, sair da zona de conforto e ir para um lugar que eu nunca tinha ido.”

Como é a caracterização?

“Ah, tem dente, tem maquiagem pra pele ficar mais escura, lente de contato, prótese na boca e muita sujeira, muito suor, o cabelo tem aplique e tem uma coisa que deixa ele melecado.”

Qual a história dela?

“Então, a Germana é dona de uma taberna, é conhecida como Taberna dos Portos. Ela e o Licurgo (Guilherme Piva) são os personagens porcos. Ela é do Brasil, mas eles recebem muitos estrangeiros que se hospedam ou fazem as refeições lá. E eles fazem mil tramoias, querem sempre ganhar dinheiro, só pensam nisso, e o sonho é ter escravos. É isso.”

Tem uma veia cômica aí né?

“Tem, mas não vai muito por esse lado não. Ela é mais forte que o marido, mas os dois têm muita cumplicidade, o mesmo objetivo. É isso.”

Você escureceu o cabelo, foi pra personagem?

“Foi pra personagem. Demorei um pouquinho pra acostumar, ainda não me reconheço muito. Está bem diferente.”

Qual a cor?

“É castanho escuro.”

Depois da novela você pretende voltar a ser loira?

“Vamos ver né, a próxima (novela) dever ser, a principio a do Aguinaldo (Silva, autor), vamos ver o que a personagem vai pedir.”

Você, Vivianne, é vaidosa? Como é ficar feia em cena?

“Não sou muito vaidosa não, mas acho que a vaidade está toda no trabalho. Essa coisa de ‘onde fica minha vaidade?’, fica no trabalho. E eu estou adorando. Tem uma coisa em cena que a gente está sempre se arrumando, sempre tem que estar impecável quando faz uma personagem que tem essa obrigação de estar impecável. E agora eu não tenho essa obrigação, não tem espelho no set, não tem espelho nas minhas coisas, então eu não sei como está o cabelo, maquiagem, porque quanto pior, melhor, então tanto faz (risos). É a primeira vez que eu nem sei como é que eu estou. É uma liberdade muito boa. É muito bom você não ter esse compromisso.”

A vaidade é uma coisa, mas você falou que ela aparenta estar suja, não te incomoda isso não?

“Não, a gente está se divertindo, cada coisa nova que o Vinícius (Coimbra, diretor) inventa, além do que já está no texto, a gente vai aumentando.”

Foi um choque se ver dessa maneira pela primeira vez?

“É que a caracterização foi acontecendo, a gente foi bordando, então a gente foi fazendo, mas num determinado momento que já estava quase pronta a Germana, eu achei que essa coisa da prótese deu a diferença. Ficou muito legal.”

E dá pra falar legal com a prótese?

“Tranquilo, a gente vai acostumando.”

Você fez teste para o papel?

“Foi convite, o Vinícius (Coimbra, diretor) quando me chamou disse: ‘eu quero que ninguém te reconheça’. A gente não sabia ainda como seria a caracterização dela. A indicação dele era para ir para um lugar que eu nunca fui. Está sendo delicioso interpretar essa mulher.”

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