Raphael Dumaresq, do The Circle Brasil, fala sobre experiência no reality

Produtor cultural afirmou que o reality lhe permitiu comunicar com diversas realidades

Publicado há 7 meses
Por Arthur Pazin
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No último dia 11, a Netflix estreou em seu catálogo, o The Circle Brasil, versão brasileira do reality show que é sucesso garantido nos Estados Unidos e Reino Unido e que pode ainda, ser opção para pensar na organização durante a quarentena.

A atração tem o objetivo de testar a popularidade de seus participantes dentro de uma plataforma digital. Nove participantes disputam um prêmio de R$ 300 mil em total confinamento, cada um vivendo em um apartamento do mesmo prédio.

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Diferente de formatos conhecidos por aqui, como BBB ou A Fazenda, os integrantes do programa não convivem em um único espaço físico, mas se comunicam por meio de uma espécie de rede social chamada de ‘Circle’.

Nesta quarta-feira, 25, foram lançados os últimos quatro episódios dos 12 da série, com o anúncio do vencedor do prêmio de R$ 300 mil reais.

Um dos finalistas da série, o produtor cultural Raphael Dumaresq, falou, em entrevista para o Estadão, sobre a experiência de participar do reality. “Foi sem dúvidas a experiência mais louca da minha vida”, comenta ele, “estar confinado em um apartamento, sozinho, sem celular, desconfiando de pessoas, se aliando a outras […] Foi algo muito incrível!”.

Dumaresq, que participou do reality desde o primeiro episódio, sobreviveu às várias eliminações que ocorreram ao longo dos episódios, conquistando o quarto lugar no ranking de popularidade feito pelos próprios participantes, que só podiam se comunicar por perfis na rede social Circle, e que definiu o ganhador.

O fato de eu não ter ganho senti que foi apenas estratégia. Estou pleno com minha participação, é bom sentir que fui 100% e melhor ainda saber que o público se identificou”, diz ele sobre a classificação.

Ele caracteriza o The Circle como um “reality para adultos”, em que é possível “ver a face mais honesta e a mais dissimulada dos participantes. É um jogo de diálogos”. O maior aprendizado, para o produtor, é o de valorizar o real, mas ele também comenta que a experiência ajudou a “refletir” sobre a sociedade e as redes sociais.

 Para ele, o contato com mais pessoas e a oportunidade de mostrar quem é foi uma das melhores coisas do programa: “tive medo, mas agora sinto o quão foi necessário passar por isso. Estou recebendo muitas mensagens de carinho, crianças dizendo que se inspiram em mim, pessoas agradecendo por eu, de certa forma, estar ajudando eles nesse período de quarentena”.

Dumaresq também destaca a oportunidade de viajar para a Europa, até Manchester, no Reino Unido, onde o programa é gravado, e a possibilidade entrar em contato com participantes de diferentes regiões do Brasil e com formas diversas de ver a vida: “o The Circle mudou a minha vida. Me deu a oportunidade de me comunicar com diversas realidades. Me sinto privilegiado”.

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