O Tempo Não Para: Após confrontar Marocas, o passado de Cairu vem à tona

Publicado há 2 anos
Por Henrique Carlos
Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Nos próximos capítulos de O Tempo Não Para, o passado de Cairu (Cris Vianna) vira à tona. Marocas (Juliana Paiva) relembrará a (ex) escrava que foi ela que a libertou no mercado de escravos. Ainda pequena, a jovem pegou um prendedor de cabelo e abriu o cadeado que aprisionava Cairu. A menina Marocas levou a escrava para casa. Chegando lá, seu dono foi atrás. Mas Dom Sabino (Edson Celulari) comprou a jovem pelo dobro do valor oferecido. Nunca mais a Cairu apanhou. Desse dia em diante, ambas se tornaram amigas.

Laço esse, que Betina (Cleo) quis separar: semeando a discórdia entre as duas. “Santinha, Erê, espírito de luz”, Cairu dirá para Marocas. “Não. Eu sou só uma mulher de carne e osso. Como você”, relatará a jovem do século 19. “Eu não tinha o direito de esquecer, tanta raiva apagou o pouco de coisa boa que me aconteceu nessa terra”, lembrará Cairu, com lágrimas nos olhos.

Continua depois da publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Leia também:Pedro Parede filma Cairu vestindo as ‘criações’ roubadas de Marocas

Amizade…

Marocas dirá para Cairu que a amizade delas não pode ser interrompida por causa de um desfile de moda. “Eu entendo, você tem toda razão em sentir essa indignação, Cairu, mas saiba que o seu ódio só vai trazer mais ódio. Cairu, se esse trabalho é mesmo tão importante para você, tome os vestidos. Leve as roupas, pode levar”, sentenciará Maria Marcolina. Cairu não levará as peças e confiará na jovem, já que ela realmente teve os seus croquis roubados por Zelda (Adriane Galisteu). “Não, a sinhazinha, você foi roubada… Uma certa pessoa me disse que tem o certo e tem o errado, e isso é errado por demais”, concluirá Cairu. As duas ficarão emocionadas.

Leia também: Carmen contrata segurança particular para proteger Samuca

O Tempo Não Para é uma novela escrita por Mario Teixeira, com colaboração de Bíbi Da Pieve, Marcos Lazarini e Tarcísio Lara Puiati, com direção artística de Leonardo Nogueira e direção geral de Marcelo Travesso e Adriano Melo.

Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio