Ministério Público investiga afiliada do SBT por “erotização” em programa

Publicado há um ano
Por Gabriel Vaquer
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O Ministério Público Federal da Bahia (MPF-BA), através da 13ª Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude, está investigando a TV Aratu, afiliada do SBT na Bahia, por “erotização” no programa Universo, apresentado por Alex Lopes diariamente na emissora.

A informação foi publicada no Diário Oficial da Bahia (DOB) no último dia 14 de junho. Nela, a Promotoria afirma que encontrou indícios de que a atração estaria exibindo conteúdo que erotiza crianças e adolescentes. A faixa etária seria o público-alvo da atração, que é popular entre os jovens.

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Contudo, no despacho, a Promotoria não diz em que pé está a investigação nem quando até quando ela pode durar. A Promotoria, no entanto, critica o conteúdo do Universo. Segundo eles, existe uma exploração de sexualidade latente na atração de entretenimento.

“São abordados temas e conteúdos para adultos, a exemplo da exploração da sexualidade e erotização, no início das tardes, possibilitando assim o acesso de crianças e adolescentes ao conteúdo”, diz o documento da Promotoria.

Todavia, não é a primeira vez que o Universo é investigado por conteúdo exagerado. Quando ainda obtinha o nome de Universo Axé, em 2014, houve uma investigação também do Ministério Público da Bahia em relação a exibição de uma reportagem considerada apelativa. Na ocasião, o processo foi arquivado.

O lado da TV Aratu/SBT sobre a investigação no Universo

Procurada pelo Observatório da Televisão, a assessoria de imprensa da TV Aratu, afiliada do SBT, afirmou que a empresa ainda não foi notificada pelo MP-BA.

Entretanto, quando a emissora for notificada, ela irá emitir uma nova sobre o ocorrido.

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