Jogos Olímpicos: skate volta à cena na TV Globo e no SporTV

Nesta terça-feira (3),começa a segunda etapa das competições do esporte, agora na modalidade park

Publicado em 3/8/2021
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Os Jogos Olímpicos têm o poder de reunir boas histórias. Não é difícil, por exemplo, ver atletas mais jovens disputando medalhas ao lado de seus ídolos. Mas esses encontros cheios de reconhecimento e emoção não se resumem aos competidores. Às vezes, os protagonistas são os encarregados de contar aos brasileiros o que se passa no maior evento esportivo do planeta.

Foi o que aconteceu com dois narradores da TV Globo e do SporTV. Em 2010, Sérgio Arenillas, ainda um adolescente, pediu para tirar uma foto com Everaldo Marques, uma de suas referências no sonho de virar um comunicador. Onze anos mais tarde, eles tiveram a honra de compartilhar um momento especial: narraram primeira medalha olímpica brasileira em Tóquio-2020.

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A prata conquistada por Kelvin Hoefler no skate street foi narrada por Everaldo na TV Globo e por Sérgio, no SporTV. Nesta terça-feira (3), às 21h, começa a segunda etapa das competições do esporte, agora com a modalidade park.

E novamente caberá à dupla acompanhar as competições masculinas e femininas – cada uma com três representantes brasileiros. Enquanto Everaldo Marques terá a companhia de Bob Burnquist e Geninho na TV Globo, Sérgio Arenillas estará ao lado dos comentaristas Karen Jonz e Rony Gomes no SporTV.

“É incrível trabalhar neste evento histórico com o Everaldo. Fico feliz por ele e sei que ele está muito feliz por mim. Nós sabemos que foi fruto de muito trabalho. As medalhas do Kelvin Hoefler e da Rayssa Leal também são nossas. É gratificante demais poder viver isso. As pessoas olham o momento, mas não sabem do caminho. No meu caso, a relação com o skate começou há mais de três anos. Foram dezenas de coberturas dos mais diversos eventos”, diz Arenillas.

As finais acontecem logo após as eliminatórias. As baterias de classificação no feminino acontecem a partir das 21h (de Brasília) desta terça-feira, com transmissão do SporTV2. A definição das medalhas está prevista para começar 0h30, já na quarta-feira. Os horários se repetem no masculino, que acontece entre quarta-feira e quinta-feira, no SporTV3.

A TV Globo exibe as finais. Entre as mulheres, estarão na disputa as brasileiras Dora Varella, Isadora Pacheco e Yndiara Asp. Na competição masculina, o país será representado por Luiz Francisco, Pedro Barros e Pedro Quintas.

A noite de terça-feira também já pode começar com medalha para o esporte brasileiro. A partir das 18h30, o SporTV3 transmite a prova feminina de 10km da maratona aquática, que tem Ana Marcela Cunha como uma das favoritas. Na quarta-feira pela manhã, a seleção feminina encara as Atletas da Rússia, a partir das 9h45.

Na TV Globo, o confronto que vale a vaga na semifinal tem a narração de Luis Roberto e comentários de Fabi e Thaísa. Já no SporTV2, Luiz Carlos Jr. comanda a transmissão, ao lado de Marco Freitas e Fabiana Claudino. Outro duelo importante contra os russos acontece na madrugada de quinta-feira, a partir das 3h15. Hebert Conceição encara Gleb Bakshi, valendo uma vaga na final olímpica do boxe da categoria até 75 quilos. O brasileiro já tem garantida a medalha de bronze.

Abaixo, Everaldo Marques fala sobre seu trabalho na cobertura.

O skate marcou sua estreia em Jogos Olímpicos na TV aberta e ainda rendeu a narração das conquistas de duas medalhas de prata. Como foi esse momento na sua carreira?

O que aconteceu no skate foi histórico, em vários sentidos. A primeira medalha do Brasil nos Jogos, com o Kelvin. No dia seguinte, veio a da Rayssa, atleta mais jovem da história da delegação brasileira em uma edição das Jogos Olímpicos. Virou um xodó dos brasileiros. O público parou em frente à TV pra torcer pela Fadinha. Poder contar todas essas histórias para uma audiência tão grande é muito marcante.

Além da primeira medalha, você narrou na TV Globo o primeiro ouro do Brasil nestes Jogos Olímpicos. Como foi esta sensação?

Ainda estou assimilando tudo o que aconteceu. Claro que desde antes do início da competição já se sabia da grande possibilidade de medalha, mas a maneira como tudo aconteceu deixou as coisas ainda mais especiais. A quebra da prancha logo na primeira onda me remeteu às dificuldades que o Ítalo Ferreira teve no começo, a história de usar a tampa de uma caixa de isopor para improvisar. Foi muito emocionante poder contar isso, mas eu não fazia ideia do tamanho da repercussão. A felicidade é gigante, profissionalmente. Narrar qualquer medalha olímpica é um momento raro e especial, que deve ser apreciado. Ouro, então, nem se fala. Ouro na TV Globo, para milhões de pessoas, é uma coisa que ainda vou levar um tempinho pra dimensionar. Mas com certeza foi um dos dias mais especiais da minha carreira.

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